Kharin,
Reino de Volkanlar Kara
Logo
ao despertar minha mãe já tinha preparado meu café da manhã, contei a ela meus
planos de ajudar as pessoas e que isso também serviria de treinamento nas
batalhas que aconteceriam em Mortai.
-
Filho. – Disse ela com plácida. – Há algum tempo surgiu uma bruxa em Kharin,
ela vem causando o terror em todas as cidades em que passou. A última noticia
que tive foi que ela passou por frente de nosso reino, mas não foi capaz de
entrar, logo ela subiu para o Bosque Sereno.
-
Então esta aí minha primeira missão. – Agradeci muito sorridente, terminei
rapidamente o meu café e arrumei minhas coisas paras ser um novo aventureiro.
Eu
moro em na Capital de Volkanlar Kara, e como todas as capitais de Kharin, é o
mesmo nome do Reino, e ela se localiza no centro do Reino, assim que para que
entendam meus passos para sair de aqui e dirigir-me ao Bosque Sereno tenho que
explicar como está dividido o reino do vulcão.
Nosso
reino é redondeado a diferença dos demais que levam uma formação quadrangular. Temos
dezenove cidades com uma população equitativa. Para titulo politico distribuímos
os lugares em quatro triângulos e agrupamos as cidades nestes triângulos.
O encontro das duas linhas que traçam o reino esta
a Capital. Seguindo o traçado ao norte Volk, seguindo o traçado ao sul temos
Onk, seguindo o traçado a leste temos Looren, e a oeste Kolv. Essas quatro
cidades são os polos de suas regiões.
Volk é uma capital portuária, logo acima vem o mar
e uma rota para o continente dos usuários de ahada. Onk nos conecta com um reino
pequeno ao sul, chamado Eight, surgiu há uns duzentos anos deve ter como dez
habitantes. Looren nos leva a um reino ainda menor, o Reino Reys, surgiram a
dois anos humanos vindo da evolução, Carla e Vini, é um reino deficitário e
constantemente precisa de nossa ajuda para sobreviver, parece que foi devastado
pela Bruxa que está causando terror em Kharin. E Kolv a oeste nos da uma direção
para o Reino do Pantano Negro, outro reino que foi devastado pela Bruxa, lá só
vivem quatro pessoas, e dois deles saíram para destruir a bruxa, Rê e Presa
Branca, mas não temos noticias se estão vivos. Mantemos um acordo mais
vantajoso com este reino porque ele é caminho para o solitário Reino de Remon,
o terceiro maior reino de Kharin, e com eles mantemos acordos comerciais, mas
por serem distantes, os acordos são precários e suas cidades são bem ocultas,
também se trata de um reino portuário, e que tem conexões com Summi onde estão
os usuários de ahada e há boatos de que eles também levam acordos com a filha
da deusa Misgijai no continente Níhai ao sul de seu reino. Mas deve haver
outros segredos, é que aqui não nos atrevemos muito a explorar os mares, mas
eles sim devem ter seus segredos em alto mar.
Sobre a jurisdição de Volk temos mais quatro
cidades: Vin, Oin, Lin e Kin. Sobre a jurisdição de Onk temos mais três
cidades: Onka, Naka, Kaon. Sobre a jurisdição de Looren temos mais quatro
cidades: Loo, Oo, Roo, Eoo. Sobre a jurisdição de Kolv mais três cidades: Kol,
Oll, Loll.
Para eu ir para o Bosque Sereno tenho que ir atravessar
Vin, Oin, Lin e Kin, logo passar por Volk e então sair pelas muralhas da
cidade. Mas não haveria nenhum problema, na verdade foi muito bem tratado nas
travessias da cidade, todos me conheciam por causa da batalha e eu fazia
questão de dizer que estava indo de frente enfrentar a bruxa que vem causando
estragos em nosso mundo e todos ficavam cada vez mais maravilhados.
Confesso que ainda sentia um pouco de medo por
estar saindo da minha realidade, eu sempre vivi aqui, desde que nasci nunca me
transladei a outro reino, leio muito, gosto de manter-me informado sobre os
outros reinos e continentes porque acho fantástico essa diversidade, mas sem os
adventos dos meus poderes eu nunca tinha imaginado que isso podia ser um
realidade, e agora que posso ir o medo e adrenalina me chegam a paralisar um
pouco, mas sei que tenho que continuar seguindo. Então despedi dos guardas e
atravessei o portão rumo ao exterior de Volkanlar Kara.
Tem um largo caminho até o Bosque Sereno, uma
travessia desértica pelo nosso clima árido. E que criaturas eu avistarei. A passagem
pelo deserto se deu a noite, onde se deu uma inversão térmica, fazia um frio
tremendo e poucas criaturas se atreviam a sair, assim que não fui surpreendido por
nenhuma das lendas que escutava quando mais jovem.
Quando passei pelo Bosque Sereno temi um pouco a
aproximação porque já escutei que existem arqueiros altamente treinados a
espreita e também vi muitas pegadas dirigindo-se para Cyntaf, pensei que
provavelmente a bruxa os tivesse capturados e que o próximo passo seria dominar
Cyntaf. Assim que segui as pegadas e não demorou a que eu os avistasse. Estava um
rapaz e uma bruxa, ele carregada do lado uma espada de aresped, e provavelmente
a bruxa deve o estar controlando para protegê-la.
Assim que não pensei duas vezes e carreguei uma
bola de fogo e disparei contra ela, ela porem desviou e então acertei o rapaz
que caiu desmaiado no chão. Logo acendi meu cosmo e era tão terrível que ela
deu um pequeno recuo.
- Quem é você? – Que energia incrível.
- Sou o emissário da sua destruição. – Então comecei
a derreter tudo ao redor dela.
Ela então começou a voar, e de cima me lançava
ataques quase invisíveis que engoliam o ar e por onde passavam sugavam a uma
destruição iminente. Ela o chamava de vácuo. Mas não era mais poderoso que meu
cosmo, portanto não me penetrava.
Mirando em sua direção no alto, joguei um ataque de
lava, ela apontou sua mão para minha magia e a destruiu antes de entrar em
contato.
Logo começou a usar telecinésia e a prender-me
contra o chão.
- Não entendo porque queres matar-me. – Ela disse desesperada.
Seu amigo então despertou.
- Ela não é má, você quem quer que seja, pare! –
Disse o rapaz.
Então acalmei meu cosmo e a bruxa baixou.
- Ela estava sendo controlada por um ser chamado
Toni Drew, estamos indo a Cyntaf descobrir quem é. E você, quem é você?
- Sou Ígneos, o deus do fogo.
- Faz sentido, que cosmo terrível. Você é um
competidor, é de Volkanlar. – Disse o rapaz me reconhecendo. – Eu sou Jean
Carllo, sou competidor também, em Aresped. E essa é Amanda, ela é de um planeta
chamado Terra, e agora que saiu do controle estou tentando ajuda-la a
solucionar o problema.
- E como você sabe que não é mais um truque, de
repente ela o está levando a uma emboscada.
- Não se preocupe, eu tenho certeza, e se você
também nos acompanhar, teria uma divindade por perto.
Amanda estava calada, na Terra ela não tinha acesso
a seres mágicos e divindades assim tão facilmente, era um mundo tão fantástico que
ela quase não se arrependia de ter ido ai por manipulação.
- Você sabe da Grande Competição em Valkaria, vamos
ser teletransportados para lá amanhã e lutaremos pela taça, para irmos disputar
na Arena no final para ver quem representará Kharin nas competições. – Eu disse
apurando-os. – Temos que descobrir logo o mistério de Amanda e podermos ir
tranquilos.

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