sábado, 27 de fevereiro de 2016

Viver para Conquistar

Nord, Reino de Israel

Quando alcançaram seus pedaços de terra em Nord, Judá Adhji foi coroado o emissário de Kadhji, o que criaria uma nova religião em Nord, sem politeísmo, apenas a crença no senhor do universo. O problema é que lhes faltariam espaços então aderiram à vida nômade e a utilizar Kadhji como senhor dos exércitos para poder ir conquistando reinos. O deus Leonardo observava bem perto todos passos desses doze novos homens. E à medida que conquistavam novas terras, dava a cada um dos representantes, esses a sua vez dizimavam a população e deixavam apenas uma donzela viva, a que eles escolheram para ser suas esposas, e tinha um outro detalhe, tinham que ser humanas. Todas essas regras eram outorgadas a eles através de seres de Cosmódia, como anjos e cybers.
Eram todos guerreiros e clérigos, tínhamos Judá como representante divino. Benjamim também era um excelente batalhador, com coragem e fé. Gade também integrava esse tribos poderosas.
O poder de Judá estava cada vez mais crescente, e começou a assustar todos os outros povos de Nord, inclusive as famílias imortais que temiam ser despojados por este rapaz, que para eles claramente possuíam o gene de Kadhji, é um semideus, eles sempre falavam. A família imortal vive para proteger Nord, e se Judá tem o mesmo pensamento então eles ficariam contentes em partilharem o poder. Contudo, parecia que Judá também estava querendo mata-los.
As tribos de Israel ficavam próximas do castelo da família Maia, e os lideres se reuniam tentando encontrar uma maneira de derrotar esta família.
Os enviados de Kadhji contavam a Judá que num passado, ele tentou com pessoas normais e que apenas um tinha poderes de fé, e que havia um tanto falhado no processo, e que agora com doze humanos nutridos de fé esperava um resultado diferente.
Para Judá isso significava vencer as atuais potencias do mundo, ajudar a sua população para que se multipliquem sem os pensamentos de diversos deuses e outras práticas deste mundo. Evitar acesso a seres mágicos para que conheçam somente a Kadhji e nutram somente de seu poder. Ao avaliar seu pequeno exercito ele sabia que não poderia vencer toda a família Maia, precisaria ser cauteloso antes de atacar, ou tratar de fortalecer seus homens.
Foi então que ele criou uma serie de atividades e desafios para que eles subissem de nível. A atividade nômade também ia começar a se estabelecer, e os doze partiriam de Israel sob o comando de Judá.
Este ultimo possui um poder muito peculiar, ele levanta uma aura azul roxeada em volta de si mesmo que aumenta sua força, seu poder de ataque e também seu poder de defesa, e eles o chamam de Cosmo, a energia universal. Algumas das vitórias dos povos de Israel se da graças a esse poder. Desta maneira Judá criou uma redoma de cosmo ao redor de Israel, também ordenou que todos os seus homens engravidassem suas respectivas esposas e quando feito partiriam.
E assim aconteceu, quando todas estavam grávidas, elas prometeram cuidar uma das outras enquanto os rapazes partissem para expandir o território de Israel.
Com suas esposas grávidas e o reino protegido pelo cosmo eles partiram. O lugar mais próximo era o castelo Maia. Mas havia um largo percurso para chegar até lá. Teriam que passar pelo deserto e pela civilização no Egito.
Os desertos em Nord costumam ocultar muitos monstros, e o que eles encontraram foi um terrível manticore. Metade leão, metade escorpião e asas de águia. Uma inteligência perspicaz, muito sagaz, e nem um pouco amigável.
Utilizando o poder da fé, os doze juntos puderam subjugar o manticore, e depois caminharam dias pelo deserto até encontrar a civilização egípcia. E aqui Judá encontrou outro problema, esta civilização também acredita em diversos deuses, e tem uma história e trajetória muito similar a Terra.
À noite em uma estalagem, Judá recebeu a visita de um ser com materiais metálicos de origem alienígenas acoplados ao corpo, um Cyber enviado de Kadhji.
- Prazer Judá. Eu sou Julian, de Cosmódia.
Julian conta a Judá como aconteceu na Terra em relação ao povo do Egito e deixa Judá com muita ira e revolta. Logo diz a ele qual o propósito da missão.
- Suas esposas estão rodeadas pelo cosmo e Kadhji também deixou quatro anjos ao redor da cidade de Israel para impedir invasões e para ajudar na provisão de seus familiares.
- Eu agradeço muito Julian. De todos os deuses deste planeta, Kadhji é o mais vivo, e o que está sempre presente.
- Ele foi, é e sempre será assim.
Logo Julian se despediu e voltou para Cosmódia. Todos que o viram ficaram aterrorizados.
- Judá! – Exclamou Gade. – Está tudo bem, o que este queria?
Judá riu perante o medo de seu amigo.
- Não se preocupe meu caro. – Disse tranquilamente. – É um enviado de Kadhji, me contou um pouco sobre a história do povo que estamos por encontrar e também me fez lembrar-se dos planos de Deus para nosso povo.
De noite Anúbis mandou seus chacais atacarem a estalagem onde estavam os representantes das tribos. Eram mais ou menos vinte chacais. A ira sagitariana de Judá se ascendeu, e de repente todos os dozes estavam batalhando com unhas e dentes, uma junta formada por Manasses, Issacar, Aser e Ruben tratavam de utilizar os poderes divinos para curar o restante dos clérigos. Judá, Gade e Benjamim conseguiam bloquear um monte de guerreiros chacais.
Anúbis havia disfarçado de um dos chacais para poder vislumbrar a derrota dos doze. Contudo, o que viu foi o contrário, vários dos seus caídos. E Judá o aterrorizava. Quando ele foi atacado, logo foi lançado para trás com toda a força com que deferiu, e então percebeu que se tratava de uma divindade. Os outros onze se colocaram detrás de Judá, e este ativou seu cosmo como barreira.
- Está em um território perigoso filho de Kadhji. – Disse Anúbis.
- Estou onde manda meu senhor. – Disse Judá com toda autoridade e confiança.
Anúbis riu.
- Sua fé é muito impressionante, talvez uma das únicas de verdadeira impressão em Nord. Já não vejo servos tão leais. Mas saiba Judá, eu talvez agora não possa ataca-lo, não violaria tratos divinos para derrota-lo, mas saiba que farei o possível para saborear tua queda.

Dito isto, ele desapareceu. Os rapazes se tranquilizaram e juntos com Judá saíram o mais rápido possível das terras do Egito. Seguia em direção ao Sudão, o próximo reino, que os deixaria mais pertos da Etiópia, lugar onde está instalado o Castelo Maia.

Insígnias

Nord, Ilha Pokémon - Kanto
Brendon, Charles e Sala, conhecemos no anterior capitulo, os três saíram da mesma cidade, odiando uns aos outros, mas tendo que caminhar juntos, porque estariam atrás das mesmas insígnias e percorreriam as mesmas cidades até o dia da liga Pokémon.
Entraram pela rota 1 e se deram conta que ainda não possuíam pokebolas e que para tê-las teriam que fazer um favor para o professor Oak. Viram muitos pokemons como ratata, pidgey, e com eles batalharam. Charles batalhou contra um Kakuna e ficou muito apaixonado pelo pokemon casulo, e se lembrou de que ele evolui para um Beedril que é muito poderosa.
Logo chegaram à cidade de Veridian, onde foram até a loja da cidade, lá encontraram o dono que também entrega um pacote para que eles levem até o professor Oak. Sem ter muito que fazer, eles passam antes numa escola e aprendem um pouco mais sobre o mundo o Pokemon que é diferente das outras regiões de Nord e logo vão para a cidadezinha entregar o pacote para o professor. Brendon está um pouco sem paciência, porque ele quer começar logo a aventura, capturar pokemons, ganhar insígnias e se tornar o melhor, vencer a liga e então participar da Arena de Desafios Mágicos, onde seus monstrinhos lutarão contra seres poderosos.
O professor muito agradecido da para cada uma Pokedex, que é uma enciclopédia eletrônica com dados sobre todos os Pokemons e Monstros e Animais Mágicos de Nord. Também da para cada um cinco Pokebolas.
Eles aproveitam e visitam seus familiares uma vez mais antes de partir e também ganham um mapa marcando as cidades onde possuem ginásios para que eles possam lutar e ganhar as insígnias.
Quando retornam a Viridian, encontram um senhor que os ensinam como capturar Pokemons, andando pela rota 9, Charles encontra seu lindo Kakuna, e realiza uma batalha entre seu Charmander e o pokemon inseto, onde claro, o vence e então captura seu primeiro Pokemon. Os outros ficam com um pouco de inveja.
Sala então o desafia numa batalha, ela com um Squirtle acabam derrotando o Charmander, mas ao lutar contra Kakuna acaba ficando envenenada, e tem que voltar a um centro pokemon para curar-se.
Em Viridian eles saem pelo norte e entram numa floresta, nessa floresta Charles, Brendon e Sala enfrentam um monte de treinadores assim como eles, ganham experiência de dinheiro. Logo encontram a saída e chegam a Pewter City.
É uma cidade grande, e a primeira coisa que fazem é ir ao centro Pokemon recuperar a vida de seus pokemons que lutaram arduamente na floresta. Também descobrem que tem um museu de fósseis na cidade e então vão para lá conhecer. E veem um monte de Pokemons que estão extintos no dia de hoje, e também que existem magos e também científicos que podem fazê-los ressuscitar.
Então almoçam e vão direto para o ginásio da cidade, vão lutar pela insígnia de Pedra, o líder se chama Brock e ele usa dois pokemons, o Geodude e um Onix.
Brendon e Sala vencem facilmente, os ataques de grama e agua surtem bastante efeito em pokemons de pedra. Contudo, Charles pena um pouco, perde a primeira luta e zangado volta à floresta e treina ainda mais para então voltar e lutar novamente contra o Brock. Ele usa primeiro um Kakuna, mas logo percebe que esses pokemons são muito resistentes a envenenamento, mas sua teia pegajosa os deixou mais lento, e quando chega Charmander, ele utiliza pouco o fogo e mais ataques esmagadores e então obtém a vitória depois de bastante sacrifício.
Então voltam ao centro pokemon, os recuperam e pegam a rota 3 onde batalham com vários outros  treinadores e saem vitoriosos. Também encontram a entrada de uma caverna, chamada Mt. Moon e então entram.
Eles exploram bem a caverna, encontram muitos itens e muitos pokemons para lutar e treinar seus pokemons. Sala encontra um fóssil de Omanyte, e Charles de Kabuto. Nesta caverna eles também encontram uma equipe de ladrões do mundo pokemon, que se denominam Rockets, e acabam enfrentando algumas pessoas dessa equipe de ladrões.
Logo sobem diversas escadas e saem da caverna, pela placa veem que estão na rota 4. E encontram uns lutadores que ensinam seus pokemons algumas técnicas de batalha física. Passam por alguns arbustos e encontram alguns pokemons, e logo chegam à cidade de Cerulean, onde está o próximo desafio de ginásio, o da Agua.
Primeiramente passam a um centro pokemon e recuperam seus monstrinhos e vão direto para o ginásio, demasiado animados. A esta altura, cabe a eu ressalta-los que Brendon e Charles talvez pela idade, estejam mais próximos, e acham que Sala é muito metida.
A líder do ginásio é Misty e ela tem dois pokemons, uma Staryu e uma Starmie, dois pokemons estrelas do mar.
Para Brendon a batalha foi bem tranquila, porque ele usa um Bulbassaur que é de planta é muito efetivo contra os pokemons dela. Sala tem certa dificuldade por estar lidando com o mesmo elemento que o pokemon dela, contudo, vence. Já Charles, por ter um pokemon de fogo leva uma tremenda desvantagem, mas graças a seu Kakuna, ele consegue manter os pokemons dela envenenados e logo com ataques de caldas do Charmander, eles a vence e todos ganham a insígnia de cascata. Ela também da um item que ensina ao Squirtle de Sala o poder de “Water Pulse”.
Então passam pelo centro pokemon novamente e seguem pela rota ao norte. Na saída tem um policial impedindo a saída de todos da cidade. Então tentam outra saída e acontece uma discussão entre Sala e Charles e eles de novo, então eles se enfrentam e Charles sai vitorioso.
Fazem as pazes e encontram uma saída cheia de treinadores, na rota 24. Lutam até que chegam numa casa, o lar do Bill, ele está enrolado em uma fantasia de pokemon, então nossos exploradores o ajudam a sair da fantasia e ele da de presente um Ticket para que eles possam sair de Cerulean de navio. Saindo por uma casa toda destruída eles encontram um Rocket, e acha estranho porque este rocket mantem um conversação com Brendon e logo vai embora.

Seguindo o caminho eles encontram uma passagem subterrânea para a cidade de Vermilion, então guardam o ticket de navio e preferem passar pela passagem.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Ígneos

No continente de Humanun Terrae, na parte ao sul perto do estreito que liga ao continente de Marhluk existe um complexo de vulcões há alguns anos inativados. Há 19 anos, em 981, existia uma cidade que estava em ascensão, chamado “Muralhas de Resignação”, era assim chamado por que todo ano se fazia sacrifícios aos espíritos que habitavam nos vulcões para apaziguá-los, e desta maneira se mantinham a salvo de qualquer erupção que pudesse ocorrer por ira de tais espíritos. Contudo esse reino há exatos dezenove anos foi destruído pela ira de um dos grandes espíritos que ao que se pode entender é que a cada ano buscava ele a encarnação de uma divindade de fogo tão antiga quando a idade dos planetas. Quando enfim nasceu Ígneos e este foi arremessado contra as lavas ferventes do vulcão, este o elevou sobre os demais, temerosos todos correram temendo ser mais uma ira larvar, com seu filho sustento em ar sobre o vulcão, sua mãe desesperada junto com seu pai agarra-o e fogem, pois não querem perder seu filho, assim que sabendo agora da existência da encarnação e sabendo da proteção que este tem contra o calor, chamou ao seus outros espíritos e juntos desceram Lava por toda a cidade que foi abrasada destruindo a todos que ai existiam, más felizmente Ígneos conseguiu sobreviver sendo levado por seus pais em cavalos fortes a capital do reino de fogo. E aí permaneceram sem nada contar a Ígneos.

Eu sou Ígneos, tenho dezenove anos, vivo em Volkanlar Kara, uma metrópole rodeada de vulcões inativos, aliás, me lembro que uma vez quando eu completei treze anos senti que os vulcões pareciam querer entrar em erupção, mas para o bem do grande medo que eu sentia, ele se acalmou.

Trabalho com meus pais vendendo frutas e legumes na feira, minha mãe me conta que viemos da antiga Muralhas de Resignação e que conseguimos sobreviver a uma fúria da natureza e desde então vivemos aqui.

Ultimamente com mais frequência ando um pouco paranoico, tenho a sensação de que alguém me observa, ou me persegue. Ouço histórias de viajantes que às vezes recrutam aliados em diversas cidades, mas me sinto tão ligado a Volkanlar que nunca poderia aceitar ficar longe daqui.

Um dos meus lugares favoritos para se estar é entre os vulcões inativos, sinto uma grande paz, minha mãe sempre briga quando descobre, mas não posso evitar. Volta e meia me pego refletindo sobre os vulcões, como neste exato momento. Em meio aos complexos de vulcões, de aqui se pode ver a cidade toda, ela está no meio de toda a serra, e por esse motivo que aqui faz mais calor que as demais regiões. Também não costumamos receber muitos forasteiros, mas ultimamente existe uma figura que está aterrorizando toda a Kharin. Uma bruxa com uma capa que esconde seu rosto em chamas arrasou alguns reinos, e dizem que ela passou por aqui mas não entrou, logo subiu para destruir outros mais.

Os jogos da Arena de Desafios é a nova moda entre nosso mundo, se eu soubesse lutar ou então fazer alguma magia com certeza participaria. Hoje provavelmente estão finalizando para saber quem serão os representantes de cada categoria em Volkanlar Kara, em outro desafio se enfrentarão um de cada Estado para ver quem representará Kharin.

Quando eu estava descendo os vulcões para ir pra casa, esbarrei em um senhor que parecia estar lavrando a terra no pé do vulcão.

- Desculpa senhor. – Tentei me redimir

- Tudo bem Ígneos. – Ele me disse sorrindo. E o que me chamou muito a atenção foi que ele sabia meu nome, dei alguns passos, mas eu estava demasiadamente intrigado, tive que voltar.

- Como sabe o meu nome? O senhor me conhece?

Ele se apoio na ferramenta e sorriu.

- Você é o sobrevivente das Muralhas de Resignação.

- O que? – Perguntei espantado. – uma serie de flashes começou a passar pela minha cabeça, associado às histórias que eu conhecia do lugar.

- Você foi à criança não sacrificada. É o filho do fogo, e a sua ida causou a destruição. – O velho falava com tanta propriedade que de um camponês se ia transformando num sábio.

- Eu nunca o vi antes aqui. Quem é você!?

Ele caminhou alguns passos olhando-me minuciosamente, sorriu novamente, retirou um enorme chapéu de palha que carregava na cabeça, a coçou e então me disse:

- Eu sou você.

E logo desapareceu, outro súbito medo tomou conta de mim e sai correndo no máximo que eu podia de volta pra casa. Na entrada minha mãe estava terminando o jantar e meu pai ainda não havia voltado do serviço como comerciante.

- Ígneos! – Gritou minha mãe. – Você está pálido meu filho, aconteceu alguma coisa?

Eu estava com a cabeça tão bagunçada que não sabia se articularia bem as palavras. O que me disse o senhor me estava corroendo por dentro e eu precisava saber a verdade.

- Mãe! – Exclamei. – Me conte o que aconteceu no dia do meu nascimento. – Parei para respirar. – Hoje um senhor de idade me disse que eu fui levado para ser sacrificado e que fui o sobrevivente das Muralhas da Resignação e que o vulcão explodiu por minha culpa. – logo começaram a cair lagrimas dos meus olhos, os flashes voltavam, o fogo, e a sensação de leveza que eu sentia.

Minha mãe sorriu, tentando parecer que meus pensamentos tinham sido estúpidos.

- Filho, deve ser só um velho maluco. – sorriu novamente. – vivíamos nas Muralhas, mas viemos embora antes do acontecido.

Meu pai então chegara neste momento e havia escutado parte da conversa.

- Melhor não mintamos mais minha esposa. – Disse meu pai tomando posse da conversação.

Meu pai me contou dos sacrifícios anuais que se faziam na cidade, e que eu era para ser um dos sacrificados, mas aconteceu que o vulcão me sustentou no ar, e temendo o que podia acontecer, minha mãe me pegou e então fugimos. Imediatamente o vulcão começou a dar sinais de erupção e então aconteceu, o rio de lava que devastou toda a cidade.

Eu recebi a noticia aturdido com o que me estavam contando. E de certa forma eu parecia lembrar. O jantar foi bem quieto, e eu estava imerso em meus pensamentos. Quando fui deitar não pude dormir, porque os flashes de minha infância me atormentavam e eu só podia encontrar uma pessoa para me acalmar. Assim que me vesti e voltei correndo para o vulcão, estava na esperança de encontrar o senhor de outrora. Mas não o vi, fiquei uns cinco minutos apreciando os pés do vulcão. Ate que de trás de uma rocha vinha o senhor.

- Que bom que vieste meu rapaz.

Eu então sorri. Lembrei que quando lhe perguntei quem era ele me disse que era eu mesmo, então lhe perguntei:

- Como o devo chamar?                                   

- Chama-me de Senhor.


Então sentamos no monte e começamos a conversar.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Caitiff

Nord, Reino da Itália

Ainda sobre a monarquia vampírica, eu nunca me senti encaixado naquele universo de regras, eu queria mesmo era me aventurar por Nord, meus Sires (senhores vampiros) diziam que utilizamos os mesmos métodos que nossos antepassados na Terra, e que eles atravessaram milênios seguindo essas regras básicas, contudo, estar em Nord é diferente, este é um mundo de seres mágicos e poderosos, está certo que também somos vistos como certas ameaças e alguns nos caçam por puro prazer, mas não é como a Terra, talvez se saíssemos mais das sombras até nos respeitariam, ocuparíamos nosso espaço.

Mas é algo absurdo para os Sires e com o conselho em geral. Em modo geral um vampiro vive uma vida solitária, os seres em si são mais egoístas o procurando quando a tarefa é demasiada árdua. Também somos vampiros muito jovens em Nord e talvez ainda tenhamos que aprender a não temer, ou a cooperar.

Eu me chamo Alberto, sou um Toreador, apaixonado por viagens, por arte e cultura, e é por isso que tanto me aborrece estar limitado as regras da Camarilla. Sou um vampiro há oito anos e também desenvolvi alguns poderes psíquicos. Também posso ter alguns flashes sobre o passado e o futuro; tenho uma velocidade bem superior a media dos vampiros e minha presença sempre é bem sentida e respeitada por onde passo. Também tenho uma habilidade peculiar, e que muito assusta a outros vampiros, com a mente eu sou capaz de fazer algo ou alguém pegar fogo, e é por isso que alguns vampiros preferem manter a distancia de mim.

Eu fui percebendo que o pior lugar para se viver era aqui, na Itália, porque os senhores se localizam aqui, a Camarilla está aqui, para quem gosta do conselho e de estar sempre participando, talvez esse seja o melhor lugar, mas para mim que quero afastar, eu deveria ir para longe.

Assim que sai somente com a roupa que estava no corpo no cair da noite de um dia qualquer. Como havia dito antes, tenho uma velocidade muito alta, então comecei a correr, o máximo que podia, eu passava pelas casas percebendo-as como borrões, as pessoas mesmo eu não as via, nas áreas de bosque tive que tomar mais cuidado para não topar. Mas estar na área de mata era um alivio a sensação de liberdade, eu acredito que no fundo todo vampiro anseia por essa oportunidade. Alias, todo ser vivo anseia a liberdade depois de morto, e era o que me representava neste momento. Eu não precisava respirar, mas neste momento eu quis encher meu peito com todo este ar puro, eu podia ver arte em todos os lugares, e me arrependi de não haver trazido algum caderno e penas para desenhar de vez em quando.

Quando se é um vampiro de casta, existem reuniões e discussões a serem feitas o tempo todo, principalmente sobre o destino da ordem. E eu sabia que quando se dessem conta de que eu não estava mais presente, enviariam alguém para me julgar. Ainda era madrugada e eu precisava correr e encontrar abrigo para passar o dia. Então acelerei até uma vila próxima. Na primeira estalagem que encontrei me abriguei. Fui bem tratado pelo dono que ao ver minhas roupas pensou que eu fosse um fidalgo.

Fugir da luz do sol é uma das piores desvantagens de ser vampiro, somos obrigados a viver sob a escuridão e não podemos nos misturar aos filhos de Adão por não ter uma vida diurna, e isso nos torna ainda mais solitário.

Alguns vampiros de descendência divina, não precisam se esconder da luz do sol, mas nem sequer se alimentar, então só pegam as partes boas de serem vampiros, não fazem nem mesmo parte da Camarilla, porque a considera inferior a eles mesmos. Outro ponto importante é que se seu Sire morre, toda a geração dele também padece, não existe como desfazer essa ligação de sangue, mas ela existe, por isso é muito difícil ver um vampiro atacar a outro, porque morrem muitos membros. Mas a controladoria de Sires também se da pela Camarilla, não podemos simplesmente transformar por bem entender, e ai entramos em regras de novo.

Bom, me instalei no quarto e fechei todas as janelas, coloquei a cama um pouco mais para perto de espaço que daria ao banheiro, por parecer ser a parte mais escura do cômodo, e não poderia eu ser interrompido por nenhum ser humano durante todo o dia, porque a luz ainda que fraca, chega até a porta, onde provavelmente notariam que não sou como eles, então teria que mata-los para viver.

Durante o dia não existe muito que fazer para um vampiro peregrino, a não refletir sobre sua nova vida imortal, ainda não fui capaz de apreciar muitas transformações, porque como o havia dito, só fui transformado há oito anos. Talvez se perguntem como fui transformado, o que também não é um segredo.

Como eu era apaixonado por arte, gostava de visitar museus e lugares que para mim representavam a arte, como o próprio coliseu, que, aliás, aqui, os vampiros muito usam para escolher seus melhores vampiros guerreiros, porque logo após a batalha, os agraciam com a vida eterna e profana.

Fui numa dessas viagens artísticas pela Itália que conheci Dãcan. Um tipo alto, loiro e olhos claros, possuidor de um corpo bem atlético, bonito, tanto quanto sua arrogância e conhecimento.

Ele me apresentou grandes obras de artes e falava delas com muita propriedade e clareza, tanto que fui emocionando com suas palavras. Chamou-me para ir jantar uma noite, mas não me havia contado que eu era o prato principal, então depois de seduzir-me, e fique claro que eu não sou gay, mas dentro de cada um de nós reina uma bissexualidade, e eu gostei dele por ser tão inteligente e conhecer de arte. Quando estávamos no ápice, Dãcan cravou-me a mordida fatal, eu ainda não havia percebido, mas durantes os beijos ele havia mordido seus próprios lábios e me embebedado com seu sangue. Ele sugou quase todo o sangue do meu corpo, e quando enfim pensei que ia dessa para melhor, morri, e então ressuscitei, eu era um vampiro, sedento por sangue, e durante o primeiro mês, Dãcan me ensinou como viver, me apresentou ao conselho e a todas as regras, no começo tudo era muito artístico e novo, e eu estava impressionado. Ele é um Sire do conselho maior, representa todos os Toreadores, e logo ele foi se afastando e eu não pude evitar, e também estava magoado com a maneira com que fui usado, e então, uns dois anos depois eu já havia me acostumado a viver como vivo, a ser o que sou, dominei minha sede por sangue e minhas habilidades então afloraram, não contei a ninguém para evitar que me coloquem na Milícia Vampírica, geralmente os que desenvolvem dons são lançados para lá.


Logo anoiteceu, e alguém como eu também estava na pensão. Imediatamente comecei a sentir o cheiro de sangue espalhando por toda a pensão. Desci rapidamente e deparei com outro vampiro, ele me olhou assustado e logo sorriu, tentou ocultar-se com magia, mas o deflagrei fazendo que ao seu redor entrasse em chamas, então de verdade se assustou. Trocamos ameaças, e então me disse que era um Caitiff, vampiros que vivem fugindo por ter abandonado a casta, e eu não me senti tão diferente dele, aliás, vi nele um potencial amigo. Desfiz as chamas e decidimos sair juntos para o mundo. Terminei de me alimentar dos que ele havia matado e então seguimos na noite escura em direção à França.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Escolas de Magia

Nord, Escola Kennevis

Uma escola mágico-sacerdotal voltado para o aprendizado para os escolhidos dos deuses K (os deuses mais poderosos das dimensões). A escola se situa na dimensão Kenn, e lá é espalhada em 35 sub-escolas de aprendizado desses poderes, que juntas formam a escola Kennevis. Cada aluno aprende apenas um caminho, e esse caminho é subdividido.

Em cada sub-escola existe a Sumo-sacerdotisa e o Sumo-sacerdote que são os diretores. Dois sacerdotes, que funcionam como supervisores, um Arquimago pra ensinar a arte da magia para os alunos, o Líder de exército que ensina as artes de batalha aos alunos e o Arquimuat que ensina boas maneiras e justiça. As magias em Kennevis são demasiadamente complicadas e você tem que junta-las a sua fé para que se torne um poder divino e devastador, assim, em média para se aprender uma magia dura em torno de 36,6 dias. Em 183 dias é esperado que você esteja no foco 5 do caminho, então muda a sua modalidade para o caminho secundário desse caminho, depois que você estiver no foco 5 desse caminho secundário você termina o ano. No 2º ano você pode escolher pegar outro caminho secundário e ir até o foco 5 ou terminar esse caminho secundário. Você só poderá terminar o caminho primário quando tiver 3 caminhos secundários do seu primário, então você é consagrado pelos Sumo-sacerdotes em Arquimago. Então os Sacerdotes lhe ensinaram o foco 6 até o 10 do seu caminho primário, que dura 183 dias. Depois você pode aprender todos os outros secundários de seu caminho primário e então será consagrado pela Sumo-sacerdotisa como Sacerdote pois você domina todos os poderes do deus.

Para o torneio da Arena de Desafios Mágicos, eles nunca perderam, pois eles ganham automaticamente contra-ataque mental, são imunes a controle de mente, mas seus corpos podem ser dominados. As magias divinas tem o dobro de dano em outros seres, apenas a proteção Divina pode diminuir o dano à metade e as proteções Faéricas. Na escola de Kennevis você aprende a luta, fé, magia e o controle de suas emoções e como aplica-las para o melhor em seus poderes e sua vida. Os Arquimuats ensinam sobre as emoções e a fé.

Com tudo isso fica fácil explicar porque eles nunca perderam, terá um torneio interescolar entre os escolhidos das 35 escolas.

No momento, alunos de destaque na Escola Kennevis têm Gaal Lake, descende de Niado o deus das águas, que está no segundo ano. Temos Solan Is, descende da Taynara, deusa do ar, que está no segundo semestre do primeiro ano. E também temos Juma Níhai, descendente da Misgijai, deusa da magia, essa esta no primeiro semestre. Vamos fazer um explanado do que passou até agora na vida de cada um dos três em destaque.

A iniciação básica do calendário escolar começa com uma festa divina, onde se homenageia cada um dos deuses representado pelos seus descendentes que ai está presentes. Essa festa além de proporcionar culto e reverencia aos deuses, também fortalece aqueles que participam, deixando neste primeiro instante a Gaal que ai estava presente.

Com o tempo ele assim como os demais que vieram semestres depois aprendeu a canalizar a fé, afim de que com isso possa desenvolver as habilidades divinas e tornar-se mais poderosos. Aprenderam a abrir o terceiro olho que nada mais é que começar a enxergar o mundo sobrenatural, e com isso entraram para as aulas de criaturas mágicas que lhes foram abrindo os olhos para um mundo totalmente novo.

E conheceram seus animais guardiões, animais mágicos que possuem o objetivo de auxilia-los tanto no campo do poder quanto na sabedoria.

Com as atividades físicas de Kennevis, eles aumentaram sua força, sua resistência, sua destreza e sua agilidade. No campo das atividades, também aprenderam técnicas de batalhas, como manusear adagas, espadas e arcos.

Socialmente falando, Gaal não se entrosou muito, vivia muito para o estudo e se está se tornando muito bom. Ele venceu todas as eliminatórias de estudo e foi classificado para o torneio escolar. Com sua capacidade curativa e suas técnicas de batalha, ele venceu, e foi escolhido para representar a escola na Arena de Desafios Mágicos.

No segundo semestre da Escola ele só foi aprimorando e tornando-se cada vez mais poderoso. Entrou para a classe dos magos e começou a tornar divinos seus poderes relacionados à agua, ao gelo, entre outros, deu um passo para aprender a tornar-se divino. As criaturas divinas foram aparecendo cada vez mais importantes, Silfos que comandam o ar, Ondinas para as aguas, Gnomo para a terra, Salamandras para o fogo, e também Pégaso e Unicórnios.

Na Defesa contra as artes espirituais, Gaal Lake e Solan Is aprenderam a poderosa conjuração dos quatro, onde aparecem os quatro anjos, um revela o que vai acontecer, outro cura o usuário, outro enfraquece o inimigo e o ultimo fortalece o usuário.

Eles aprendem imunidade contra venenos, primeiros socorros e o espirito de equipe, os preparando para grandes aventuras.

Nesse final de primeiro ano Gaal se identifica muito com Solan, porque igual que ele, este último foi bem estudado, preparado e também venceu os desafios escolares e foi escolhido para representar o primeiro semestre na Arena de Desafios. E Gaal novamente foi eleito para esse segundo semestre representar. E no acampamento da Arena eles se conheceram e fizeram amizade, havia outros representando a escola, ou lutando o torneio magno, mas eles dois foram os que se identificaram e nas férias também mantiveram contato.

Aliás, um dos alunos de Kennevis, recém-formado é seu irmão, John Lake, este está com um grupo de aventureiros em Nord resolvendo os problemas do mundo e mostrando que assim como os imortais, também podem ser heróis. Mas a mãe dele preocupa, porque está na companhia de Isabella Lavey, filha de Lilith, e por ser filha dessa deusa, as pessoas não tem bons olhos.

Seu irmão anda com mais seis pessoas que também estudaram com ele, e Gaal tem o mesmo sonho depois que terminar o colégio, quer sair em grandes aventuras e quer ser tão forte quanto seu irmão o é.

Neste segundo ano, Gaal já no terceiro semestre subiu de kit para Arquimago. Aprendeu as leis do clã, a voar, a especializar-se em suas matérias de magia secundaria. E das criaturas destacam a Fênix, o Vampiro, e muitos outros que são próprios do Kenn.

Com as classes de ciências aprendeu viagem astral, tarô, herbalismo e meteorologia. Além de despertar seis dons espirituais, também a liberar seu animal guardião, copiar habilidades, e se tornou imune a controles mentais e é capaz de contra atacar os ataques mentais. Com poderes de fé a arma elemental e armadura divina, entre outras coisas mais. Dezessete técnicas para batalhas e também teleporte.


Neste ano também entrou pro primeiro semestre Juma Níhai, e parece ter as mesmas aptidões que Gaal Lake e Solan Is, tanto que já é amiga dos dois.

Dana e Erion

Kharin, Reino de Depruff

Era uma vez, no ano 800, em terras longínquas, no inicio do Reino de Depruff, dois lutadores da vida alcançaram um vale onde poderiam estabelecer um reino e sobreviver ao inverno rigoroso. Dana e Erion, assim se chamavam, e tinham consigo muitos seguidores, Dana era mais simpática e o publico a amava, já a Erion, o temiam e assim o respeitavam. Foi descoberto um rio de águas curativas e que possuem o poder de prolongar a vida, com uma cachoeira sendo a fonte dessa magia. Dana era a favor de que todos pudessem ter acesso a esse rio, mas Erion sustentava a ideia de que poucos pudessem, para elitizar a sociedade e logo após se iniciou uma batalha civil entre Dana e Erion e isso os fez separarem, como a maioria ficou do lado de Dana, essa venceu a batalha e o obrigou a ficar numa pequena área do vale, longe do rio encantado, contudo, ele levou consigo um cálice que é o único que as aguas permitem que toquem, porque sem o cálice a agua é acida para os que a tomam, sem ele, não existe aguas curativas nem que possam prolongar a vida. Alguns vendo este detalhe foram para o lado de Erion, e Dana teve que aumentar as defesas para deixa-lo longe de seu reino.

Cem anos mais tarde nasceram dois feiticeiros no Reino, Zanata vinda dos fiéis de Erion, e Marta do lado dos fiéis de Dana, parecia que o destino fazia questão de confrontá-los, ou se vermos por outra ótica, talvez fizesse para uni-los.

Então Erion conheceu Zanata, como eles são os primeiros de seus reinos, e até então nunca havia nascido uma criatura com poderes, ter Zanata contigo era uma benção divina, Erion pediu imediatamente que os pais dela viessem morar com ele e desde pequena, ele foi moldando sua pequena arma mágica.

Quando cresceu, Zanata se tornou uma grande feiticeira e cresceu com ódio por Dana, e pretendia fazer de tudo para continuar mantendo Erion que tinha que ir sorrateiro e humilhado para poder tomar da fonte curativa e preservar sua vida e sua idade, e em troca permitia que Dana também o usasse, sendo nessas ocasiões a única maneira em que colocavam trégua nessa grande batalha.

Em contrapartida, do lado de Dana nasceu Marta e essa foi acolhida por toda a população, aprendeu o respeito, o amor, a humildade e cresceu sabendo de todas as artimanhas e dos planos que fazia Erion para tomar este lado do vale.

Zanata, feiticeira negra, o ensinou a invocar o “Frio da Escuridão”, e com este poder ele começou a congelar o vale e a se aproximar do rio.

De longe Dana e seus seguidores sabiam que o inverno chegaria e precisaria estar preparada para lutar, ela tinha certeza que Erion e Zanata treinavam todos os dias para poder um dia tomar o vale e os expulsar. Mas porque ela não reagia? Porque ainda o amava, lembrava que eles evoluíram para seres humanos conscientes juntos, e que foram os primeiros a construírem Depruff, o Reino do Gelo, e que se não fosse pelo egoísmo do seu amado, talvez ainda estivessem governando e juntos tornando este vale ainda mais próspero.

Dana não temia muito a Erion, porque tinha com ela Marta, e essa havia se tornado forte e benevolente. Ela se lembrava dos anos que Erion a ofereceu para tomar do cálice e voltar a juventude, das vezes que tentava com ele conversar, mas que nunca fora possível. Mas ela sabia que ainda havia um sentimento, porque senão ele simplesmente a deixaria morrer.

Cem anos mais se passaram, e muitas pessoas faleceram e deixaram sua prole, Erion e Zanata tentaram algumas vezes tomar, mas sempre eram derrotados. A população alcançou quatrocentos e vinte, desses, trezentos e quinze pertencia a Dana, e um pouco mais de cem com Erion. Esse disparate o fazia perder todas às vezes. Por ser um reino muito distante, e o único gelado, conseguir parcerias eram impossíveis.

E do lado de Erion nasceu mais uma feiticeira, em contrapartida, do lado de Dana nasceram mais seis feiticeiros. A única coisa que não o fazia recuar era o orgulho, para aceitar de vez os termos de Dana, até porque foram batalhas por duzentos anos sem fundamento.

Zangado com o que aconteceu, decidiu que do cálice só beberia Dana, assim mataria Marta pelos anos à mais atravessados e os outros que nasceram logo conheceriam a morte. Zanata descobre que Dana pretende conversar com Erion para chegarem num acordo e também declarar seu amor e pedir a união dos reinos. Para evitar ela exige que Erion case-se com ela, que já estão muitos anos juntos e precisam assumir esse compromisso.

Quando Dana vai ao encontro, chega no dia do casamento deles e volta aturdida, e com as esperanças perdidas. No caminho ela encontra a mãe do feiticeiro que havia nascido; ela o ampara e lhe dá palavras de conselho e toda essa tarde Dana esteve com a mulher.

Ao anoitecer a casa é cercada por guerreiros de Erion, Dana ainda não havia ido embora e temia o que poderia passar à senhora e seu filho. Quando o marido estava por chegar, os guerreiros o interceptou e lhe retiraram a vida.

A senhora urrou de dor, e isso deu coragem para que Dana saísse e enfrentasse os guerreiros.

- E se matarmos Dana e levarmos para Erion, será que ele não ficaria muito agradecido. – Sugeriu um dos guerreiros.

Logo um levantou a espada, Dana saltou para trás e sacou sua adaga, lutou alguns momentos com o guerreiro, e os outros aproveitando a distração foram ter com o feiticeiro bebê.

A mãe com uma faca tentou proteger seu filho, mas foi fatalmente morta com uma espada em sua barriga. Logo de longe vinha o protetorado do reino de Dana para salvá-los, a distração da chegada, Dana correu para perto do bebê e com sua adaga cortou a garganta do guerreiro que estava preste a mata-lo. O numero de guerreiros do lado de Dana é três vezes maior que os do lado de Erion, assim que rapidamente recuaram.

Dana então compadecida dos pobres homens que morreram salvando o bebê e decidiu cuidar do menino, o batizou de Henrique, hoje ele tem um ano e é a promessa para derrotar Zanata e Erion. Dana nunca mais se apaixonou por ninguém, e também suspeita que Erion ainda a ame, e sabe que esse bebê vai restaurar essa separação.


Como tutor, Dana deixou Marta, para que ela desde pequeno o ensine a ser grande, e com Marta vai um jovem guerreiro encarregado de ser o guarda-costas dos dois feiticeiros. Em relação aos outros cinco que existem no reino, todos eles são guardados de dia e de noite para que não se aproxime Erion e Zanata com toda a corja de malfeitores.