quarta-feira, 30 de setembro de 2015

John e Silas

Existia um senhor de terras que vivia com sua família numa fazenda, era ele um humano normal que se apaixonou por uma bruxa do sol, alguns dizem que ela é a descendente do Old King Wen Li, sendo assim, uma Ourun (filha do sol).

Ele chegou a fugir com ela de seu coven (se entende por essa palavra, uma associação de bruxas que possuem certo grau de afinidades). Foram perseguidos quando descobriram da paixão e também quando se inteiraram de que ela estava gestante. A perseguição só parou quando a Bruxa deu a luz a dois jovens bebes feiticeiros, ai sentiram que o sangue não havia enfraquecido.

Aconteceu que após a exclusão, eles foram viver nas grandes fazendas do rapaz que já era muito rico por haver herdado a fortuna de seu pai, sendo ele filho único. E foi neste cenário que nasceu os gêmeos Christine e John Willer.

Como já foram explanados anteriormente, eles cresceram recluso, serem filhos de uma bruxa não era uma tarefa fácil, as pessoas temem aquilo que não podem compreender ou possuir. Com medo de que o coven ou os seres humanos normais fizessem algo contra seus filhos, os pais muito cuidavam para que eles sempre tivessem em segurança, a vista de todos.

Com eles também viviam um casal de caseiros que ajudavam a manter a fazenda num perfeito estado, além de outros empregados. Mas este em particular chama atenção, porque ele tinha um filho um pouco maior que John. Alto, branco, olhos quase cinzas e marcado por uma personalidade marcante, ele se chamava Silas.



A amizade que se instaurou entre ele e Silas era impresso por uma devoção, por auxilio mutuo, eles muito se queriam. Talvez fosse por este ser o único amigo que lhe permitiam seus pais.

Houve um dia em que John e Silas brincavam nos arredores, e estavam longe dos olhares dos cuidadores que mais se preocupavam com Christine por ser uma garotinha.

Colocaram-se por em cima de uma arvore e provocavam um ao outro para ver quem mais subia, e dentre as provocações, faziam caretas, soltavam a língua, mostravam as nádegas e até mesmo o pênis. E era seguido de espanto e logo risos as reações.

Como John possuiu dons especiais, ele conseguiu estar a frente de Silas, apesar de que este ultimo possuía uma agilidade fora do comum, sem falar na astúcia. E era ligeiramente mais velho que o filho do fazendeiro.

Não aceitando a superioridade de John, Silas tentou de todas as maneiras passá-lo e ir num ponto quase inacessível, e o pior aconteceu, seu peso foi superior ao que suportara o galho, assim que se rompeu e Silas veio caindo e bateu com muita força as costas no chão. A grama alta amenizou sua queda, mas de pronto ele perdeu o ar. John desceu o mais rápido que pode para socorrer o amigo.

John se acercou a Silas, e notou que ele estava com a pele azulada, se desesperou a um principio. Mas John sempre foi bom em manter-se a calma, logo o colocou numa posição sentada, e com rápidas inspirações Silas foi voltando ao normal. Ele sentia uma dor moderada em toda coluna, mas ter John ali cuidando dele, algo que ele costumava fazer a seu amigo. Esse sentimento de retribuição confortou Silas.

John se aproximou mais para ver se seu amigo estava mesmo bem, queria ele sentir a respiração que agora saia de suas narinas. Foi então que ele percebeu estar muito próximo de seu amigo, e sua boca seco, assim como de Silas, que ao abrir a boca foi preenchido pela de John. Então experimentaram uma sensação mágica de medo e prazer, as respirações se tornaram mais ofegantes, e com os olhos fechados sentiam o toque macio dos lábios e das mãos que agora passeavam pelo pescoço e peitoral de ambos.

Quando apartaram, se entreolharam e o rubor tomou conta. John estava muito assustado, e Silas sentia-se excitado. Prometeram que aquilo nunca mais aconteceria e que ninguém devia saber do que havia passado neste dia.



Calçaram seus chinelos e voltaram para suas casas. Neste fim de tarde Silas não parava de pensar em John. E este não conseguia explicar aos pais o porquê de estar tão raro na hora do jantar.

Silas decidiu durante a noite que contaria a John o que sentiu quando se beijaram, e o quanto lhe interessava cuidar de seu amigo. O quão estaria feliz se eles pudessem não perder essa amizade. Que John era seu melhor amigo, e que não se importava com o que acontecia, e mais, que até o tinha gostado.

Porém ao amanhecer, Silas percebeu a chegada de um carro a fazenda, parece ser um irmão de coven da bruxa do sol, ele resplandecia como ela, e tinha uma filha. A bruxa fez questão de apresentar seu amigo a todos os empregados do castelo, assim como sua sobrinha Sarah Sunm.

Silas não poderia esperar para estar só com John, agora com essa visita, então teria que esperar outra oportunidade para poder dizê-lo tudo o que estava sentido.

 E aconteceu que este foi para o mesmo lugar onde aconteceu o beijo e subiu na arvore para recordar os momentos mágicos que passou, entendeu o que significava as provocações, lembrou-se de como ajudou a criar John, e de como se dedicou a cuidar de seu amado.

Silas não percebeu que havia escurecido, e quando tratou de descer, uma vez mais se tropeçou e outra vez caiu, mas dessa vez foi socorrido por uma criatura bela, de olhos penetrantes e cabelos longos, toda vestido de negro.

O que faz tão tarde só nos arredores do nada? – perguntou a criatura que agora mostrava seus brilhantes dentes pontiagudos.

Silas já tinha escudo histórias de vampiros ao redor do reino, mas não imaginou que fosse verdadeira, ele sentiu que ali seria o seu fim. Mas a vampira viu algo, mas além do pudéssemos imaginar. Ela viu um potencial em Silas, sua sagacidade e seu poder oculto.

Ela então se apresentou com o nome que eu já vos havia mencionado a algumas folhas atrás, Diabolin. Ela é a única vampira em toda a Nord, ao lado é claro de Lord Vlannytic. Explicou que Silas viveria para sempre, que teria força e velocidade inimaginável, e que um poder ainda oculto se manifestaria. Mas que tudo isso era precedido de uma dependência ao sangue humano, que teria que viver do sangue de outras pessoas.

Silas então pensou que com isso superaria o filho da bruxa, e que também poderia um dia transforma-lo e juntos viverem para sempre.

Diabolin o transformou no terceiro vampiro de Nord, e ele despertou seu poder, teve que fugir da luz e das pessoas que amava, porque a sede era incontrolável, assim viajou Nord ao lado de Diabolin a quem lhe ensinou os poderes que desenvolve um vampiro, falou sobre Tenebras, e que eles eram em numero de três em Nord, mas que de a pouco seriam inúmeros. E também falou da mascara, de como é importante preservar a identidade e de como não é vantagem transformar vampiros, eles precisavam manter a cadeia alimentar em pé de igualdade.
E Silas sonhou em um dia trazer seu amigo John para o seu mundo, e assim o tentou fazer anos mais tarde. Como veremos em outros capítulos.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Maico Maia - 1ª Parte

Em 908 existia uma senhora chamada Méya, era casada com Layco, e seu sonho era poder engravidar, passava noites e noites a realizar preces para o deus Fjyoho, senhor da luz e das almas, para que ele a abençoa-se, e também a Lemaumu, a deusa do amor e da beleza, contudo suas preces nunca alcançavam a morada dos deuses e isso a frustrava.

Méya é descendente direta de Tara Sodji e Lucas Maia, dois viajantes divinos que aportaram no inicio da Nord. Fjyoho é o pai da família Maia, por isso o respeito e a adoração a este deus.

Um dia despertou Méya cheia de vitalidade, e igualmente se via Layco, não podiam compreender a alegria que exalavam. Neste dia saíram do castelo dos Old Kings e se foram ao campo florido nos arredores da fortaleza. A senhora fixava seu olhar nos céus claros e nas pequenas luzes piscantes que se formavam por muito ver a claridade.

Layco se foi para detrás de uma arvore a meditava sobre a beleza da vida, sobre a simplicidade do ser, sobre a boa vida que levavam, e como seria importante a presença de um filho para alegrar ainda mais o lugar.

Em silencio o casal dirigiu preces ao mesmo tempo para os dois respectivos deuses e aguardou em silencio mentalizando a beleza do que poderia ser se seus pedidos se tornassem realidade.

Foi quando de repente o céu mudou de cor, o azul clarinho com as nuvens transparentes foram sendo substituídas por um tom mais escuro, as nuvens se tornaram carregadas e os relâmpagos e trovões invadiram a cena.

Vocês provavelmente imaginaria que algo ruim estava para acontecer, mas na verdade é assim que se manifesta Fjyoho, com as luzes dos raios que rompem o escutar da chuva sobre a terra. Um aroma doce e inebriante também invadiu o cenário junto a uma tonalidade rosada que puderem perceber o casal.

Nesta noite ainda que alguns possam não acreditar, Fjyoho possuiu Layco e Lemamu possuiu Méya e os quatro, intrinsicamente ligados deixaram uma semente. Quando ainda em estado de transe, Fjyoho lhes disseram que este filho seria muito importante para os mundos e que seu sobrenome deveria ser Maia, porque veio da Luz.

E um ano depois a maravilha aconteceu, o filho prometido nasceu saudável e irradiava beleza e uma grande aura de paz, o chamaram de Maico Maia. Mas não foi o único a nascer neste mesmo dia.

Fugidos de uma perseguição, um homem natural é obrigado a parar para atender o parto de sua esposa, esta uma bruxa do sol. Como eram proibidos romances fora do coven, eles tiveram que fugir. Embaixo de uma arvore em plena luz do dia para que os poderes dela pudessem disfarçar sua localização, ela da à luz a gêmeos, Christine Willer e John Willer. Ambos nascem feiticeiros, e desse jeito o casal abandona o coven, como são poderosos e dão a luz a dois feiticeiros, cessa a perseguição e eles começam a viver na fazenda do marido que era um grande senhor de terras.

Também sabemos que neste ano também nasce Namelless (Inominável), é assim chamada por que não se sabe seus antecedentes, é totalmente desconhecida, até para mim.

No intervalo de tempo que passou, pouco se sabe sobre Maico Maia, teve uma infância tranquila, longe de muitas amizades, porque seus pais tinham medo que se descobrissem sua origem e seus grandes poderes, o fizessem dele um alvo para o maldade deste mundo.

Christine desenvolveu bem seu senso magico, mais que John, que rápido fez-se amigo do filho do caseiro da fazenda, Silas. E juntos compartilhavam uma amizade peculiar que será tratada no próximo capitulo quando falarmos dos três agora citados.

Este também foi o período aonde atuou Junnyor Lenda, também a implantação de Poliken, que logo se fez famosa por ter tido a honra de ensinar Junnyor Lenda. Poliken mudaria de nome no futuro, ou talvez se dividisse em duas, mas ninguém se lembra.

Silas também é transformado em vampiro por Diabolin, e então se vê obrigado a fugir e deixar seu melhor amigo John para que não o matasse pela sede que adquire um ao sangue quando se é transformado. Os primeiros anos custam em poder estar baixo um controle de o próprio ser.

Do nascimento de Maico passam-se treze anos, quando então sua magia é despertada e ele recebe um convite para ingressar em Poliken. Assim como Christine e John, Namelless e Niori Avatar.

Poliken é um colégio exemplar, como um castelo, cheio de salas e corredores e escada, também uma ampla parte pratica nos arredores, assim como lugares para divertir-se. Os alunos ai instalados são proibidos de sair sem autorização ou sozinhos até o fim dos dias letivos. “Cativos” eles aproveitam para se dedicar mais ao estudo e as relações interpessoais. O diretor principal é Talude o Mestre Máximo da Magia que mais tarde se dedicaria exclusivamente a Academia Arcana em Arton.

Não consigo lembrar-me exatamente das palavras dos diretores e tão pouco irei focar exclusivamente em como foi o ano letivo e as magias que aprendeu a controlar e a criar em Poliken, porque esta parte já foi feita em outro livro, que trata exclusivamente da vida de Maico Maia.

Vou contar sobre as relações interpessoais, as brigas que ocorreram nos três anos em que esteve aqui Maico Maia, suas relações amorosas, seus inimigos e suas fiéis amizades.

Maico Maia e Christine Willer se deram muito bem, a simples vista sabiam que teriam uma bela amizade. Contudo seu irmão John Willer foi nutrido por um sentimento de inveja, porque aos trezes anos os boatos corriam sobre a suposta divindade do jovem filho da luz. Outro amigo muito próximo seria David, este, contudo possuía o caráter da amizade, era sistematizado em relações de magia, mas era demasiado metódico e seguidor de regras.

Neste ano, o regente de Luodaf rondava Nord, sob o nome de Éderson, e este seria o principal inimigo de Maico Maia na Poliken. Este influenciaria John que já estava descontente com o filho da luz a realizar uma série de ataques ocultos contra ele. E então faz de eles grandes inimigos.

O final da história culminaria com John tendo um poder suficiente para conjurar um buraco negro em Poliken, e faz de Maico Maia após salvar todos no colégio um herói.

John é então expulso e volta para a casa dos seus pais. Christine muito envergonhada continua a amizade com Maico e termina então o primeiro ano letivo.
Nas férias também no livro dedicado a Maico fala sobre algumas aventuras nas férias que foram feitas na Terra, e a revelação sobre a origem dos seus poderes.

O Próximo Lenda by: Daeth

Raliija era uma descendente dos viajantes, branca, olhos claros, alta e com um poder incrível. Ela descende de Amon Keen e Radija. O concede a ela o poder divino da guerra e da destruição.

Quando esta viaja as terras de Arton, ela conhece um homem humilde e trabalhador, dedicado à honestidade e a vida reta. Como via seus pais se encontrando superiores por descender também de seres alados, e desprovidos de humildade, viu neste homem algo que não havia conhecido.

A paixão foi mutua, e se amaram e o fruto dessa união foi um garoto, com os traços parecidos ao da mãe fisicamente, mas internamente muito se assemelhava ao pai, Junnyor o chamaram.

Junnyor nasceu num período de muitas novidades em Arton/Nord assim como situações boas e ruins. Como a chegada de Poliken que é uma escola para aqueles que querem seguir os deuses, nasce Silas, um dos futuros mais poderosos vampiros de Nord. Também nasce outro personagem muito importante que vamos abordar numa sequencia de capítulos mais pra frente, o Maico Maia. Os feiticeiros John e Christine Willer e também a Namelles. E foi realizada a criação do Niori Avatar, a criatura com todas as heranças familiares divinas.

Apesar de todo potencial, Junnyor Keen começou sua jornada aos 25 anos, deste ano em diante ele passou a seguir a deusa da magia Wynna com todo seu coração e toda sua vontade.



Alguns reinos em Arton estavam sofrendo grandes perigos e ele decidiu usar seus poderes para ajudar a população que sofria ora por monstros, ora por pressões políticas, ou às vezes por magos enlouquecidos, ou deuses enfurecidos.

Todo ano no Reino de Valkaria existe um torneio de lutadores numa Arena de Jogos. Para chamar atenção Junnyor decidiu que ai devia ser o melhor momento para demonstrar seu poder. Então se inscreveu e se preparou para as batalhas.


Foram tantas batalhas vencidas, contra magos de nível mediano, gladiadores, ladrões, guerreiros. Que no final, a Arena tinha uma preferida, a Grandiosa Gladiadora Loriane. Ela usava uma clave e possuía olhos que seduziam.

Em posição de ataque Loriane caminhava contra seu alvo, como era uma batalha corpo a corpo, Junnyor optou por não usar poderes de longa distancia. Utilizaria seus próprios punhos, para poder derrubá-la, e mostrar a si mesmo que estava preparado para seguir sua viajem.

Ela investiu com a clave, mas Junnyor era suficientemente rápido para desviar, segurar o braço agressor e dar um soco na lateral do pescoço. Era uma das únicas partes sem proteção de Loriane, e isso a obrigou a sacar o capacete pela falta de ar que gerou. Foi o momento em que Junnyor mais deferiu golpes, e Loriane caiu.

Após a luta, houve muita salva de palmas, alguém finalmente deteve a gladiadora. E as guildas logo tentaram contratar ele como o novo astro da arena, mas recusou-se e seguiu seu caminho.

Esta noite ela passou muito bem, estava num dos hotéis luxuosos de Valkaria, próximo ao castelo, planejando seus seguintes passos. Foi quando ouviu gritos que provinham do castelo, era um grito agudo, deduziu ser de uma garota.


Junnyor abandonou o quarto e foi correndo socorrer quem quer que seja, saltou os muros do castelo por entre os guardas que dormiam em vez de vigiar. Seguiu os gritos e quando estava perto de onde o originava, ele foi impedido pelo Protetorado do Reino. E isso o obrigou a lutar contra cada um, e depois de derrota-los foi em direção ao quarto da princesa Rhana.

Ao entrar depara com um antigo Mago, chamado Aeriphus II (descendente de um Old King). Aeriphus II diz que está somente fazendo o que pediu a princesa e que a está levando para Triumphus, um reino próximo a Valkaria. E então desaparecem num teleporte.



O Imperador-Rei Thormy (também descendente de um Old King) entra no quarto de sua filha e se depara com Junnyor Keen, e então o manda prender.
A pedido de Thormy, o diretor de Poliken e da Academia Arcana, Mestre Talude interroga a Junnyor e o libera. Pelo contato casual, Junnyor aproveita e pede para entrar em Poliken, e então inicia seus estudos sistematizados de magia, para conhecer sobre teoria da magia, rituais e ocultismo.
Neste mesmo ano Silas, aquele que nominamos no inicio do capitulo é transformado em vampiro, pela mesma vampira que transformou Vlannytic. Nesta época o nome dela já havia se perdido, mas eu sei e posso dizer-lhes que se chamava Diabolin.
Em Poliken Junnyor esteve dois anos, quando se tornou perito na magia, descobriu que ainda não haviam salvado a princesa Rhana, então seguiu para Triumphus. Quando chega lá descobre que de verdade ela foi por vontade própria, e que os gritos eram parte do show. Mas Rhana já havia cansado de fugir, assim que enquanto Junnyor a levava volta, eles foram atacados por uma criatura mágica chamada Moóck.



Este ser é como uma águia gigante, vermelha, com duas cabeças e duas caudas de serpente. Este monstro flamejante pode disparar pelos bicos enormes bolas de fogo varias vezes. E foi em uma dessas que ele acertou e tirou a vida da princesa Rhana, que não pôde ser defendida por Junnyor.

O Moóck vai embora após a atrocidade, quando Junnyor alcança a princesa, algo magnifico acontece, ela ressuscita diante dos seus olhos. Após esse efeito ele perguntou a todos da cidade o que tinha acontecido, e a resposta era sempre a mesma, é a benção/maldição de Thyatis que diz que aquele que morresse de causas não naturais voltaria à vida, mas tem um porem, aquele que aqui morrer nunca mais poderia sair da cidade.

A única maneira de conhecer um caminho para levar Rhana seria conversar com o Oráculo nos subterrâneos da cidade. E assim o fez. O oráculo disse a Júnnyor que ele teria que destruir Salini Allan e logo depois ir a caverna de Taskan pedir a ele que mostre um portal de pedra, passar por ele e lá você irá ver dois guerreiros: Severus e Magoor. Enfrentá-los-á e depois pegara a espada, sairá da caverna e destruirá o Moóck. Júnnyor por sua vez fez o que o oráculo mandou e assim salvou a princesa.

Ainda na cidade de Triumphus, Júnnyor aprendeu a arte da necromancia e do Ilusionismo, e também resolveu seguir a carreira de Mago das Tormentas e também um Explorador da Tormenta, depois de todos esses kits aprendidos, Júnnyor conhecia quase todas as magias existentes. Quando no templo de Tenebra entrou, fora convidado pela própria deusa para ser um Demonologista, ele aceitou e então ai sim faltava umas duas, três magias que ele não sabia fazer.

Neste mesmo ano, Maico e sua turma já com treze anos iniciam os estudos na Poliken.

Alguns anos depois Maico e Christine já formados começam a especialização na Luz.

Em 930, Junnyor Keen entra num reino subterrâneo secreto, encontrou o deus esquecido, pediu que ele entregasse a chave nos túneis de Valkaria para salvar a deusa. O deus aceitou com uma condição, que ele derrota-se todo o Conselho dos 6 (Um protetorado do deus esquecido formado por poderosos magos) e em seguida ele. Junnyor assim fez, acabou com o Conselho e logo depois o deus, tornando assim o segundo melhor mago de Nord. Depois de conseguir a chave, Junnyor entrou na estátua e venceu todos os desafios e perigos, salvando assim a Deusa Valkaria do fardo de ser petrificada. Valkaria agradecida lhe deu o dom da Imortalidade e também o poder de que nenhum ser de raça humana poderia feri-lo, nem com sua força, nem com magia e nem mesmo com armas. Depois de tudo isso, agora com o titulo de Lenda, Junnyor Lenda cria a Arena de Desafios Mágicos. Com isso Wynna muito satisfeita deu a ele o cargo de Sumo-sacerdote da Magia, com isso ele aprendeu todas as Magias Existentes, e Wynna lhe deu o dom de criar novas.




E em 933, Junnyor Lenda casa-se com Wynna e               Dhyogo Lenda com Tenebras.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

A Caballa de Úfustop by: Daeth

Mais de cem anos de paz podemos contemplar, com mortes e maravilhosos nascimentos. Os ancestrais da família Maia já estavam sendo gerados, e quem é esta família, bom, saberão no futuro.

Dos deuses anteriores a Terra, um voltou-se para a Nord e como um avatar desceu para o planeta. Úfustop se chamou; o deus das Trevas, o que lutou contra Fjyoho, lá no início dos tempos para garantir a permanência da noite. Também será ele no futuro que lançara a si mesmo como um novíssimo deus, Luodaf. Para demonstrar o poder da renovação.

Luodaf esteve na Nord para garantir a existência de sua ordem no plano. Ele a chamou de Caballa, e reuniu grandes seres humanos com habilidades únicas em Nord. Queria ele garantir uma hegemonia futura.

Em Nord, Luodaf avatar invade uma casa de pastores na Europa, e rouba uma criança recém-nascida. Os pais desesperados gritam para que ele não o faça, mas ao sair da casa eles os prendem dentro de uma bolha de trevas que de à pouco vai respingando gotas de acido. Por ai já podemos ter um vislumbre trágico do que aconteceu com as pobres criaturas.

Ele a leva para o lugar que futuramente seria a cede da Caballa. A coloca num altar de pedra ônix e se prepara para realizar um ritual.

Ela é rapidamente envolta por trevas e começa a chorar. Com movimentos repetitivos e suaves com os dedos ele vai retirando uma luz da garotinha, ele não pode destruir esta luz, mas a expulsou.

Logo começou a segunda parte. Luodaf começou a moldar algo como aquela luz, mas feita de trevas, em seguida fez um esforço muito grande para dar brilho a essa envoltura de escuridão, o que culminou numa fatiga visível por parte do deus, que talvez tenha usado muita energia de seu avatar para produzir o que podemos chamar de alma das trevas. E essa alma ele colocou na garota.

Luodaf também a batizou de Urza, e seria ela a líder da Caballa.

Treze anos depois o poder de Urza desperta e era terrível, uma incrível dominação das trevas e do sangue. Um dom para lidar com os animais, tanto os visíveis quanto os ocultos. E Luodaf a treinou pessoalmente, e via como filha e como amante.

Um ano depois construíram a Caballa, e todas as noites Urza a nutria com sangue, acredita-se que neste ato, ela dava vida e fortaleza a grande sede.

Urza era de fato um ser que muito me dava medo. Nesta época eu costumava passar por toda Nord, saber das novidades, mas quando me aproximava da Caballa, uma onda de horror passava pela minha coluna, e eu a sentia em cada vertebra. Contentava-me a observar de longe o ritual que Urza fazia todas as noites. O dom que ela tinha com o sangue era algo totalmente novo e desconhecido, assim como era o poder psíquico de Vlannytic.

Um tempo depois uma criança chama a atenção de Luodaf, um rapaz que foi isolado do seu vilarejo porque ao nascer foi deixando lacerações profundas do útero ao inicio da vagina de sua progenitora. O sangrado intenso que se deu culminou com a morte da recém-mãe.

Para tentar agarra-lo era impossível porque ele tem o dom de em tudo que tocar rasgar. Assim que isolaram do vilarejo para que morresse, acreditou ser ele uma criação infernal.

Luodaf o encontrou no relento, no frio, num bosque ai próximo, o abraçou com as trevas, e quando o bebe o viu, ele parou de chorar. E Urza o alimentava com sangue, e o deus o batizou de Rodox.

Houve um dia em que Urza seguia sua rotina de sangue, ao nutrir a Caballa e sentiu estar sendo observada. Continuou com os afazeres e detrás de uma arvore observou um rapaz. Ela então levanta e caminha em direção a este garoto, este a sua vez se esconde detrás, mas ela o ignora e continua caminhando, e ao levantar o semblante vê o rapaz mais adiante, e ao olhar para trás o vê também no mesmo lugar de outrora. E quando se da conta ele esta em todos os lugares.

Só que Urza é dominadora do sangue, então consegue descobrir que somente um é verdadeiro. Intrigada ela o leva a seu mestre Luodaf, e este passa a ser o novo membro da Caballa, seu nome é Eduard, o ilusionista.

Cerca de um ano depois nasce J.J. um futuro membro do clã, este é envolto por três laminas de trevas que o protege e esta ao dispor de seus pensamentos e agir. Eles também encontram Kimimaro do Japão, uma criança do clã Kaguya, ele domina os ossos de seu corpo, ele cria, modela e faz jutsus próprios dele.

Urza ensina Kimimaro mais sobre sua dominação e também o ensina a manipular o sangue. Quando Rodox completa treze anos ele inicia seus estudos nas trevas, assim como J.J. Este último aprimorou suas laminas que estão mais fortes e são capazes de produzir um ácido.


No ano de 860 com a Caballa completa, conformada por Urza, Rodox, Eduard, J.J. e Kimimaro; Luodaf retorna a morada dos deuses e deixa tudo sobre o comando de Urza.

domingo, 27 de setembro de 2015

A Destruição de Nord by: Daeth

Dois anos depois do ocorrido no capitulo anterior, Vlannytic se manifestou com seu plano de vingança contra Nord/Arton e os deuses que foram responsáveis pelo seu exilio. Quando apareceu toda a Nord se escureceu, alguns buracos negros foram lançados no mundo e o rastro de destruição era muito maior do que fora causado por Twor. Muitos seres eram arrastados à força e sugados por buracos de minhocas sem a esperança de poder retornar, casas sendo estraçalhadas; animais, objetos, crianças, não havia uma seleção, tudo e todos eram engolidos.



Os deuses no mesmo momento cresceram os olhos e se voltaram para o planeta. As fadas que um dia construíram este mundo já estavam desiludidas e não importava mais o futuro. Os deuses não podiam intrometer por causa da lei que decidiram no pós-invasão, então restava conter a fé nos seres de Nord para reprimir esse mal.

Vlannytic queria destruir Nord de maneira lenta e progressiva, queria sentir o horror nos olhos dos seres e a incapacidade dos deuses em poder fazer alguma coisa. Tinha consciência de seu enorme poder e subestimava qualquer outro ser que existisse em Nord.



Uma vila élfica que se recuperava do ataque de Twor foi outra vez atacada pela proeza de Vlannytic. Como são seres muito mágicos, puderam fazer uma boa resistência, mas Lorde Vlannytic possui um campo de proteção impenetrável. Ele fingia estar sendo derrotado, para logo sorrir e dizimar. O poder psíquico era exclusivo dele e ninguém sabia defender-se de um ataque invisível, das forças da telecinésia ou dos mistérios da telepatia. Vlannytic considerava os elfos uma das mais poderosas raças de toda a Nord, e se eles não estavam sendo capaz de freá-lo, quem poderia. Ele sorria ante seus pensamentos, e planejava chegar o momento em que ameaçaria o mundo e os deuses viessem de encontro, para que então ai destruísse cada um e se tornasse um monarca divino absoluto.

Dessa vila, uma elfa chamada Nathalia, alta, pele branca e cabelos castanhos ondulados, dos olhos da cor do mel. Irou-se com a atitude do vilão e prometeu vingança, munida com artefatos mágicos como brincos, colares e pulseiras ela saiu pelo mundo derrotando outros vilões e aprimorando seus poderes para poder destruir Vlannytic.

Outros elfos se ofereceram para ir, mas os antigos não puderam permitir, porque a vila estava muito vulnerável e precisavam organizar seu território depois de dois ataques tão próximos. Assim que sozinha partiu Nathalia Kaena.

Vlannytic conheceu os viajantes, descende de Ondorin e Ariadne, e sabia que uma hora se levantariam os Old King’s para pará-lo. Dos Old descenderam muitos seres humanos, então deles também acreditava que eram seres de incríveis capacidades, como ele mesmo o foi.

Assim que em seu reinado de devastação que duraria cinco anos Vlannytic destruiu muitas vilas e reinos de seres humanos, ele conseguia fazer com que seu buraco negro o seguisse e sugasse tudo e todos pelo caminho.

Em uma dos reinos destruídos por ele existia uma princesa de pele escura, olhos amendoados e o cabelos encaracolado. Seu reino foi banido, seus pais foram levados sem que ela nada pudesse fazer. Seu pai lançou uma magia que fez suas pernas afundarem na terra que logo se solidificara que a salvou de ser engolida.

Dhyogo Sodji já estava no rastro do Vlannytic para poder derrotá-lo como fez com Twor, e justo passou por esse reino. Em um principio pensou que tivesse chegado muito tarde, só havia desolação e um silêncio das ruinas. Mas este silêncio logo foi substituído por lagrimas e choro de uma princesa que acabara de perder seus pais.

Seguiu o ruído e próximo as ruinas do castelo avistou a jovem semienterrada. Ele a confortou para que não se preocupasse que ele a salvaria.

Dhyogo criou seus tentáculos e perfurou a terra ao redor da princesa, logo a sustentou no ar e com repetidos golpes rompeu a Terra ao redor e a manteve em seus braços de trevas. Ela não sabia como o agradeces.

Ela revelou seu nome, Tay Roch e convenceu Dhyogo que devia ir com ele a destruir Lorde Vlannytic.

Nathalia alcança-os por também estar seguindo o rastro de destruição de Vlannytic que já esta por quase toda Nord/Arton. Os três logo se identificaram por seguir a mesma causa e juntos formariam o primeiro time oficial para salvar o mundo.

Vlannytic já havia criado diversos buracos negros pelo globo, e muita gente já estava escondida e outros haviam sido mortos ou sugados. Os Old Kings não se levantaram e os deuses não moviam nenhuma ação para interrompê-lo.

Quando já estava muito próximo do fim eminente, no ano de 710, o time finalmente o alcançou. Dhyogo Sodji, Nathalia Kaena e Tay Roch estavam dispostos a dar tudo de si para enterrar o abominável de uma vez por todas.

Nathalia vibrou o ar a sua volta e lançou diversos ventos de cunho cortante que apenas vibrava o campo de proteção de Vlannytic que ria da situação.

Tay Roch deixou a mostra seus dez anéis ligados numa única corrente que terminava numa pulseira e uma energia de cor rocha tomou conta do seu corpo e ela disparava pelas mãos e seus cabelos encaracolados projetavam a energia. Esta porem era facilmente dispersada por um mover de mãos do Lorde.

Os tentáculos de escuridão de Dhyogo chegavam a movê-lo de posição, foi quando ele compreendeu que o poder deste era de origem divino e que também se tratava de um ser imortal.

Farto da situação e decepcionado com os que vieram de encontro a ele. Vlannytic moveu os olhos para Nathalia e num olhar fixo e mórbido a fez contorcer-se no chão irregular. Logo dos olhos da moça saiam sangue, assim como pelo ouvido. Um grito de completa agonia se ouviu e seu coração parou de bater.

Com um estralar de dedos o corpo de Tay Roch se explodiu, espalhando pedaços da princesa por todos os lados.

Dhyogo se encheu de ira e rancor e ativou seu poder divino, as trevas em volta de si duplicaram seu poder e velocidade, estava quase em pé de igualdade com Vlannytic, mas sem descobrir sua fraqueza não poderia ele poder subjugar seu inimigo.

Vlannytic entrou usou um poder que muitos desconheciam no então. Força Vital, um poder psíquico que deformou Dhyogo, o transformou num ser muito parecido a uma besta disforme, e o obrigou a vagar por uma Arton/Nord sem agua, sem comida e sem vida, só comendo poeira e vermes. Tornou-se dono de um rosto abominável.

Os deuses temendo o poder do Lorde uniram-se a ele assim como os Old Kings, o coroou um deus e com ele agora satisfeito, ajudou à reconstrução de Nord, os que foram capaz de ser trazido pelo buraco o negro, ele o fez. Thyatis, o deus da ressurreição abusa do seu poder para ressuscitar os principais seres que foram mortos e Nord e Arton tomam uma característica similar a que tinham antes.


A Elfa Nathalia Kaena também é ressuscitada assim como Tay Roch, mas estas voltam traumatizadas com a maneira como foram destruídas e nunca mais escutamos falar das duas.

Dhyogo retornou a sua forma original e por mais de duzentos anos não escutamos falar dele. O seu insucesso o fez entrar de cabeça nos treinamentos, junto da deusa Tenebras.




E vivenciamos momentos de paz na nova Nord e Arton. E a partir deste momento ela passou a ser chamado Dhyogo Lenda.