sexta-feira, 25 de março de 2016

Insígnias parte 3

Nord, Ilha Pokémon - Kanto

Brendon, Charles e Sala, ao atravessarem as rotas 16, 17 e 18, dão de cara com um Snorlax, um pokemon muito grande e gordo que está dormindo no meio da estrada, graças a uma pokeflauta que eles ganham acaba que lutando contra o snorlax, e conseguiram atravessar bem.
E seguindo pelas rotas 12, 13, 14 e 15, que são palas de madeira sobre a costa do mar, nossos heróis vão encontrando muitos pokemons aquáticos e assim vão treinando e preparando para as competições que estão seguindo.
Sala captura então um Tentacool, um pokemon polvo, e muito venenoso. E assim completa sua coleção para a liga pokemon, já que está só permite a entrada de cinco pokemons. Recapitulando, ela tem um Wartotle, Ditto, Tentacool, Tangela e Abra.
No caminho encontram outro Snorlax e também vários outros treinadores, mas nossos amigos estão muito fortes, e o caminho se faz mais fácil para chegar.
Então chegam a Fuschia city, e logo de curar os pokemons no centro, eles vão para o Safari, aqui eles recebem algumas pokebolas e poderão encontrar pokemons fantásticos que estão como que em cativeiro.
Ao entrar no safari, vá na saída à norte-direita, siga à direita e suba o morrinho. Saia pelo lado da esquerda suba tudo até chegar em outro morrinho. Suba-o e desça pela direita. Vá por trás do morrinho e siga à esquerda até chegar em outra saída. Você verá dois morros. Suba no da esquerda e saia pela esquerda dele. Suba e siga para o norte e depois direita, suba virando à esquerda e desça tudo até a saída. Se você descer um pouco, verá um item no chão. É a Gold Teeth. Pegue-a e siga para a esquerda e você verá uma casinha. Entre e fale com o carinha. Ele vai te dar o HM 03 – Surf.
O Surf serve em pokemons de agua, e permite a locomoção deles no mar ou lagos e rios. Como Sala é a única que tem representantes de agua, parece que Brendon e Charles viajaram com os pokemons dela.
Brendon acabou encontrando uma Jinx, um pokemon de gelo muito raro, bonito e poderoso, e conseguiu captura-lo.
Agora volte para Fuschia. Tem uma casa ao lado direito do Pokémon Center, entre nela e fale com o velho lá dentro, ele é o Warden, dono da Safari Zone. Fale com ele, aquele item Gold Teeth é a dentadura do velho, dê para ele e você receberá em troca o HM 04 – Strenght. Essa técnica serve para empurrar grandes pedras redondas. Inclusive, tem uma dessas pedras dentro da casa, bloqueando um item, ensine Strenght para um de seus pokémons e use-o na pedra, então você poderá empurrá-la. O item ali é um Rare Candy, pra quem não sabe, ela aumenta um level de seu pokémon. Seu próximo destino é o ginásio. Prepare-se pois você vai enfrentar o líder dos pokémons venenosos.
O ginásio de Fuschia tem uma coisa muito estranha, paredes transparentes, mas se você olhar bem, irá perceber que pode vê-las, mas nada que seja muito complicado… Você pode se deparar com uns pokémons psíquicos, mas use a cabeça e vença. 
O Líder de Ginásio Koga, é muito forte, e sempre deixa os pokemons envenenados, os de tipo agua, como os de Sala têm muitas desvantagens aqui. Mas Sala conseguiu driblar as dificuldades e ainda evoluiu seu Abra para um poderoso Kadabra.
Ele usou dois Koffing, um Muk, e um Weezing. Mas todos os nossos heróis venceram, a Jinx de Brendon foi fantástica e deixaram os pokemons de Koga praticamente congelados quase todas as partidas. E o Charmeleon de Charles deixou-os incendiado, pois são pokemons gases.
AGORA VOCÊ TEM SURF!
Como você recebeu o HM 03 – Surf no safari e ganhou a insígnea do Koga; você pode usar essa técnica surf. Ela serve para você nadar pela água, portanto, ensine surf a um de seus pokémons. As rotas 19 e 20 ligam Fuchsia com Cinnabar e você deverá ter Surf para poder passear nelas. Você encontrará vários pokémons aquáticos e vários treinadores. Se ao sul de Fuschia você ficar de frente pra água e usar surf, você poderá nadar pela água.
 Nosso próximo destino é a ilha de Cinnabar. A forma mais rápida é voar até a cidade de Pallet (sua cidade natal) e usar surf ao sul da cidade, atravessar a rota seguindo ao sul e chegará numa ilha.
Então nossos heróis chegaram a Ilha de Cinnabar, é aqui que está sétima insígnia. Charles também reconhece uma casa grande na extrema esquerda sul. Ali tem um laboratório onde ressuscitam fósseis, é então que ele finalmente tem o seu Kabutops.
Logo vão para o ginásio e percebem que a casa está fechada e entram na casa ao lado, Pokemon Mansion.
Não é tão complicado, mas é bem chatinha essa parte. Você vai encontrar papéis contando a história do Mewtwo, mas nada muito impressionante. Haverá estátuas que mudam o caminho, e ajudam ou atrapalham. Você deverá achar o Secret Key para poder abrir o ginásio. Lá também têm alguns carinhas para lutar e alguns itens a pegar. Explore o 1º andar, tem umas estátuas que quando você fala com elas, elas abrem e fecham as salas. Depois, suba até o 2º andar e você verá outra escada, se quiser subir, tem apenas um treinador lá, depois volte. Explore o 2º andar, fale com a estátua para abrir e fechar as passagens, depois, vá para o norte-esquerdo desse andar e suba a outra escada de cima. Fale com a estátua para ela liberar o caminho e caia no primeiro buraco à esquerda da salinha.
Agora você verá várias plantas, um cientista e uma escada. Desça à escada e entre na salinha à esquerda por uma porta no norte dela. Fale com a estátua para ela liberar o caminho e saia por uma porta à esquerda, pois a porta do norte vai estar trancada. Agora vá a uma porta que estava trancada próxima à escada e entre. Suba tudo até ver outra estátua. Fale com ela e siga para a esquerda. Você verá uma mesa e um item em cima dela, é o Secret Key que abre o ginásio de Cinnabar.
Agora volte tudo e volta à salinha à esquerda da escada para trancar o caminho, senão a saída vai estar bloqueada e você deverá voltar tudo. Vá para a escada, desça e saia pela direita da sala onde você está.

Após sair da mansão, recupere os seus pokémons e vá ao ginásio. Aqui existem algumas máquinas que quando você fala com elas, elas fazem uma pergunta a você, se você responder corretamente, poderá atravessar a sala sem batalhar com o treinador, se errar, terá que lutar com o treinador. Mas se quiser, lute com o treinador de uma vez, é até bom para você ir ganhando dinheiro e exp. points. As portas vão se abrindo assim que você responde corretamente ou derrote um treinador, no fim, chegará ao líder.

Benção de Lilith

Nord, Reino da França.

Eu estava muito envergonhado, mas, Jose parece estar tranquilo, e desconfiei que não fosse a primeira vez que ele tivesse se metido com um homem. Os pensamentos são muitos, mas depois que um se torna vampiro, o senso de moralidade deixa um pouco de fazer sentido, e eu estava feliz pelo que aconteceu, foi bem prazeroso.
- E o que pretendemos fazer agora Jose? – Perguntei rompendo um pouco o silêncio.
Ele pensou um pouco e seguiu apreciando a paisagem. Já estávamos próximos da capital.
- Sabe meu caro Alberto. Qual era seu intuito quando resolveu seguir uma viajem comigo?
- Eu queria sair da minha vida de regras e também para conhecer as artes que existem no mundo.
- Sabe amigo. A vida de um viajante é despretensiosa, você segue a corrente que a vida te dá, não existe um plano, você precisa se libertar das correntes e deixar as coisas acontecerem naturalmente. Não tem sido bom tudo o que você passou? Ou já se arrepende da escolha.
- Não estou Jose. – Arfei. – Nem um pouco arrependido, têm sido os melhores dias da minha morte, é tudo tão cheio de adrenalina.
- Então vamos, porque logo vai amanhecer. E a noite em Paris é maravilhosa.
Jose parecia conhecer o lugar, buscamos um clube exclusivo de vampiros. Aliás, França é um lugar totalmente diferente dos outros de Nord, é um lugar futurístico.
O lugar estava infestado de vampiros, e seres humanos sendo usados como alimento e diversão. A musica saindo de caixas feitas de um material futuro. Dançávamos freneticamente e nos alimentávamos com muito esplendor.
Logo conhecemos um vampiro, um nosferatu, diplomático, persuasivo e horrendo. Veio acompanhado de duas garotas humanas uma loura e outra morena.
- Olá! Veja se não são fugitivos. – Então preparamos nossos instintos para fugir. A vida de um Caitiff tem pelo lado ruim essa pendência, nem sempre somos bem vindos e temos que viver fugindo. – Sou Alexander. E não se preocupem, não vim delatá-los, ao contrário, a festa nesse clube termina cedo, quero convidá-los para um espaço mais privado.
- E porque nós? – Perguntou Jose.
Ele dispensou as garotas por algum momento e nos abraçou pelo pescoço.
- A técnica de dominação não é para qualquer vampiro. – Então apontou para todos os seres humanos que aí estavam. – Uma festa privada sem comida é horrível. Fugitivos geralmente dominam a arte da hipnose, e a convidativa serve para que vocês nos proporcionem o maior número de seres humanos. Deem uma olhada ao redor, alguns seres humanos estão sendo manipulados, mas outros nem se dão conta do perigo em que se encontram. Quero que vocês dois terminem o trabalho, vamos hipnotizar os seres humanos, o máximo que pudermos e vamos para outro lugar.
Eu e José nos entre olhamos e gostamos da ideia, estaríamos mais longe dos olhares de outros vampiros que porventura não vê bem vinda nossa presença e ainda teríamos diversão e comida o suficiente para atravessar o dia também.
Começamos o trabalho, eu olhava diretamente nos olhos da garota e dizia o que queria que ela fizesse, e logo estava me seguindo. Consegui hipnotizar dezesseis garotas e Jose mais dez. Encontramos Alexander que tinha suas duas garotas e também nos apresentou a Malakai, um vampiro brujah, este tinha com ele mais quinze garotas.
- Malakai é um amigo, nos divertiremos muito.
Eu reparei que este último era um bruxo pela superposição do doble anel, e sua energia era muita intensa. Alexander sabia escolher suas amizades. Então saindo do clube mais alguns vampiros nos seguiram, amigos de Alexander. Malakai parece ser menos sociável, cabelos negros curtos e meio pontudos, olhos negros como a noite e a voz rouca. Parecia que eu estava sentindo algum tipo de atração, depois do meu envolvimento com Jose, meus sentimentos se tornaram uma bagunça, mas deixei seguir nas emoções.
Chegamos numa mansão, grandiosa, com um jardim gramado e fontes na entrada. Malakai bateu na porta e quando o mordomo saiu para atender, ele o matou, logo ouvimos gritos, e numa velocidade animal, o vampiro correu por sobre um homem e o hipnotizou e logo a sua mulher. Quanto ao restante dos empregados ele trancou num quarto. Então fomos todos convidados, ligamos o som do salão de festas e começamos a dançar, logo Alexander encontrou a deca e enchemos de bebidas na festa.
Jose dançava despretensioso com algumas garotas enquanto se alimentava, aliás, eu ainda não havia reparado, mas ele se alimenta o tempo todo.
Eu me aproximei de Malakai e começamos a conversar.
- E você abandonou sua casta? – Ele me perguntou intrigado.
- Não exatamente. Meu Sire me deu um ultimato e eu escolhi seguir o Caitiff.
- Então ainda a retorno meu caro. Eu sou um Brujah, me divirto com festas ilegais, sem respeito aos seres humanos e sem seguir as regras tolas da Camarilla. O que você só precisava ter feito era ir para longe da Itália, não abandonar sua casta. Os Toreadores são bons, são artísticos.
Irrompendo a nossa conversação e toda a festa, a mansão foi invadida, e agora por classes de seres ainda mais perigosos que nós. Filhos de deuses, outra coisa muito comum em Nord, os filhos dos deuses e dos imortais circulam por toda a parte, se acham donos do mundo, ou justiceiros. O primeiro a entrar foi um rapaz muito bonito, com vários amuletos simbolizando suas diversas proezas, poderes mágicos, divinos, psíquicos, fé, etc. Era alguém bem balanceado. E sob os seus pés se estendiam um circulo de luz, talvez uma barreira protetora.
- Quero saber o que está acontecendo aqui? – Perguntou o rapaz muito transtornado com a cena.
José então se aproximou e os cheirou.
- Sangue divino! – Se assustou e deu um recuo. O som parou de funcionar e todos os vampiros desviaram a atenção para as divindades ali presentes.
- Não podemos permitir o que estão fazendo com os seres humanos, eles merecem o mínimo de respeito. Se alimentem, mas não os matem ou os manipule; vocês podem alimentar-se e passar despercebidos, porque fazem esse tipo de coisa? Que diversões podem encontrar em toda essa depravação? – Disse o ser enquanto olhava nos olhos avermelhados de cada um.
Então um saltou com audácia para matá-lo. Logo outro ser que estavam com eles, cabelos brancos e negros e pele branca, uma estatura alta e longilínea o olhou e o paralisou no ar, e logo com um movimento de mãos o destruiu.
Detrás das divindades surgiu outra classe de vampiros.
- Bravo senhoras e senhores. Mas receio que o trabalho de vocês aqui tenha acabado. – Disse um vampiro com muita classe, cabelos sedosos e cumpridos até a altura do oco poplíteo por detrás do joelho, olhos amendoados e uma feição de traços evolutivos que nos faz crer que ele vive há muito tempo em Nord. – Somo da Milícia Vampírica, e viemos resolver essa depravação.
Os seres divinos entenderam e se retiraram. Mas uma me chamou atenção, algo nela me dizia ser a filha da deusa dos vampiros, seu rosto angelical e pálido, seus cabelos louros levemente encaracolados, me proporcionou uma mirada de misericórdia e logo uma energia me envolveu, corri até Jose e o abracei, logo desaparecemos do lugar. E surgimos do lado de fora da mansão. A divindade se apiedou de mim e me mandou para longe.
- E deixaremos todos morrer? – Perguntei a Jose.
- Não vale a pena lutar Alberto, é a Milícia, são seres muito poderosos, contentemos com a benção de Lilith e vamos buscar um lugar para passarmos o dia.

No interior da mansão só escutávamos gritos, mas sabíamos que Malakai e Alexander também conseguiram escapar.

Heróis Divinos

Nord, Reino da França.

Atravessamos da Inglaterra até a França pelo mar. Num navio fantástico e não adequado a algumas épocas em que vivem a população em geral de Nord, estamos falando de um cenário mais futurístico.
Foi uma viaje maravilhosa, eu e Rall pudemos estreitar nossos laços e passamos a maioria da viajem juntos. Estávamos “colados” sentados em bancos de praias vendo toda a imensidão do mar e do céu.
- Você sempre foi minha paixão na escola, apesar de estarem alguns anos na frente. Nunca me interessei pelos garotos da minha idade.
- De verdade? – Ele me olhou intrigado. – Porque quando eu me tive não pude mais retirar os olhos de você. Seus cabelos louros, seus olhos verdes, essa carinha meiga, mas que esconde algo me deixa muito atiçado. – Então ele riu.
- Eu percebia que você estava mais conosco do que com as da sua sala. E eu tinha tantas amigas que pensava que você estava interessada em alguma delas, menos em mim.
- Já conheci sua fama Bella. – Ele me olhou encarando cada parte do meu rosto chegou a deixar-me constrangida. – Você é linda e eu não poderia olhar para mais ninguém.
Então ele me beijou com toda paixão que eu sonhara desde então. E esse passeio não tratou só de amores entre eu e Rall. Meu melhor amigo Yan também começou a acertar-se com Sabrina Níhai e logo com tantos amores nos aportamos na França, a capital do amor, da beleza e da arte.
Estávamos no inicio da França e Eder Wicca sentiu “cheiro” de magia no ar.
- Existe algum tipo de magia pesada por aqui gente. Talvez seja mais um caso para nós. – Disse Eder.
- De que exatamente estamos falando? – Disse Vidor.
- Vampiros! – Disse Eder. – Mas não quaisquer vampiros, a elite deles.
- Não é motivo para caça-los. – Disse Daniele e John concordou.
- Venha. – Insistiu Eder. – Vou leva-los.
Então seguimos a Eder e ele nos levou a uma mansão, todas as luzes ligadas e um som peculiar no salão de festas. Pela janela pudemos ver muitos seres humanos sendo hipnotizados por vampiros e sendo obrigados a festar e dar seu sangue aos “parasitas”. Um me chamou atenção por como se vestia, era nobre e parecia apreciador da arte. Logo entramos na mansão e as pessoas hipnotizadas seguiam o ritmo em que estavam sendo manipuladas a seguir. Contudo os vampiros brilharam seus olhos e mostraram seus dentes, haviam como vinte deles no circulo e muitos seres humanos sendo utilizados como carnificina.
- Quero saber o que está acontecendo aqui? – Perguntou Eder muito transtornado com a cena.
Um vampiro sem classe, de estatura mediana, a pele branca ligeiramente pálida, olhos cor de mel, e o cabelo levemente cumprido. Este se aproximou e nos cheirou.
- Sangue divino! – Se assustou e deu um recuo. O som parou de funcionar e todos os vinte vampiros desviaram a atenção para nós.
- Não podemos permitir o que estão fazendo com os seres humanos, eles merecem o mínimo de respeito. Se alimentem, mas não os matem ou os manipule; vocês podem alimentar-se e passar despercebidos, porque fazem esse tipo de coisa? Que diversões podem encontrar em toda essa depravação? – Eder disse enquanto olhava nos olhos avermelhados de cada um.
Então um saltou com audácia para matá-lo. Andony o olhou e o paralisou no ar, e logo com um movimento de mãos o destruiu.
Detrás de nós surgiu outra classe de vampiros.
- Bravo senhoras e senhores. Mas receio que o trabalho de vocês aqui tenha acabado. – Disse um vampiro com muita classe, cabelos sedosos e cumpridos até a altura do oco poplíteo por detrás do joelho, olhos amendoados e uma feição de traços evolutivos que nos faz crer que ele vive há muito tempo em Nord. – Somo da Milícia Vampírica, e viemos resolver essa depravação.
Eder entendeu que ele falava a verdade, então nos chamou para que retirássemos. Mas o rapaz de outrora me chamou atenção pelo medo que estava sentindo. Com ofuscação passei despercebida e usei minha velocidade para ser ainda mais imperceptível. E me acerquei a ele.
- Vá! – Lhe disse. – O envolvi em meu fogo bruxal para teleportá-lo para fora e voltei para seguir meus amigos e o Rall para conhecermos Paris. O rapaz envolveu ao vampiro que nos recebeu no inicio e juntos desapareceram.
Então encontramos um lugar para passarmos a noite. Eu, Rall, Yan, Sabrina, Fhilipe, Andony, Vidor, Eder e Derick sentamos na parte de cima de um prédio para vermos a noite de Paris. John, Daniele e Natali saíram para caminharem por um parque. Era algo raro porque geralmente Daniele e Natali não se davam bem.
E aconteceu que as duas caíram desmaiadas no parque e Eder recebeu a visita de sua família Grande Mãe. Ela lhe disse que não se preocupara porque as meninas estavam bem, e que seria tudo uma grande surpresa. Ao menos assim nos contou ele.
Quando Natali despertou ela foi suspendida no ar por uma força divina e de repente todos seus atributos foram realçados, como ela é filha da deusa do amor, ela já possuía uma beleza incrível, agora ela estava muito mais linda do que fora um dia, era sem sombra de duvida a criatura mais bela que Eder havia visto e que posteriormente nós também vimos. E um cosmo muito poderoso a envolveu, era rosa como símbolo do amor e da paixão e suas vestes foram trocados.
Eis que Daniele levantou-se, e assim como Natali foi erguida, elevada e suspendida. E seus atributos também foram realçados. Daniele sempre tinha sido muito poderosa, mas agora seus dotes chegavam a assustar; o poder que emanava dela era indescritível, e seu cosmo se tornou negro como a morte e a beleza também foi muito realçada, dizem que enquanto Lemaumu é a deusa da beleza, parente próxima de Natali; o Diogo é o deus da morte e de beleza, parente próximo de Daniele.
E ambos estavam sendo divinizados. Chegaram num nível de poder que é digna dos deuses, essa é recompensa dos que perseveram Natali e Daniele se tornaram divindades. Olharam-nos com incrível satisfação e o brilho das duas se uniram num jogo de luz e emanação que contagiou a todos nós.
Aos poucos foram trazidas de volta ao solo, e seus cosmos agora diferenciados foram sendo controlados.
- Nossos pais não poderiam estar mais orgulhosos. – Disse Daniele.
- Somos deuses! – Gargalhou Natali.
Outras pessoas puderam vislumbrar essa magnifica cena e logo toda a notícia se espalhou por França, os verdadeiros heróis estavam na cidade, e acompanhados por duas deusas.
- Paris não podia tornar-se mais divertida. – Sorriu Daniele com soberba e alegria.

E nós teríamos que aguentar até conseguirmos alcançar o mesmo patamar.

quarta-feira, 23 de março de 2016

O Confronto

Kharin, Reino de Volkanlar Kara
                         
Logo ao despertar minha mãe já tinha preparado meu café da manhã, contei a ela meus planos de ajudar as pessoas e que isso também serviria de treinamento nas batalhas que aconteceriam em Mortai.
- Filho. – Disse ela com plácida. – Há algum tempo surgiu uma bruxa em Kharin, ela vem causando o terror em todas as cidades em que passou. A última noticia que tive foi que ela passou por frente de nosso reino, mas não foi capaz de entrar, logo ela subiu para o Bosque Sereno.
- Então esta aí minha primeira missão. – Agradeci muito sorridente, terminei rapidamente o meu café e arrumei minhas coisas paras ser um novo aventureiro.
Eu moro em na Capital de Volkanlar Kara, e como todas as capitais de Kharin, é o mesmo nome do Reino, e ela se localiza no centro do Reino, assim que para que entendam meus passos para sair de aqui e dirigir-me ao Bosque Sereno tenho que explicar como está dividido o reino do vulcão.
Nosso reino é redondeado a diferença dos demais que levam uma formação quadrangular. Temos dezenove cidades com uma população equitativa. Para titulo politico distribuímos os lugares em quatro triângulos e agrupamos as cidades nestes triângulos.



O encontro das duas linhas que traçam o reino esta a Capital. Seguindo o traçado ao norte Volk, seguindo o traçado ao sul temos Onk, seguindo o traçado a leste temos Looren, e a oeste Kolv. Essas quatro cidades são os polos de suas regiões.
Volk é uma capital portuária, logo acima vem o mar e uma rota para o continente dos usuários de ahada. Onk nos conecta com um reino pequeno ao sul, chamado Eight, surgiu há uns duzentos anos deve ter como dez habitantes. Looren nos leva a um reino ainda menor, o Reino Reys, surgiram a dois anos humanos vindo da evolução, Carla e Vini, é um reino deficitário e constantemente precisa de nossa ajuda para sobreviver, parece que foi devastado pela Bruxa que está causando terror em Kharin. E Kolv a oeste nos da uma direção para o Reino do Pantano Negro, outro reino que foi devastado pela Bruxa, lá só vivem quatro pessoas, e dois deles saíram para destruir a bruxa, Rê e Presa Branca, mas não temos noticias se estão vivos. Mantemos um acordo mais vantajoso com este reino porque ele é caminho para o solitário Reino de Remon, o terceiro maior reino de Kharin, e com eles mantemos acordos comerciais, mas por serem distantes, os acordos são precários e suas cidades são bem ocultas, também se trata de um reino portuário, e que tem conexões com Summi onde estão os usuários de ahada e há boatos de que eles também levam acordos com a filha da deusa Misgijai no continente Níhai ao sul de seu reino. Mas deve haver outros segredos, é que aqui não nos atrevemos muito a explorar os mares, mas eles sim devem ter seus segredos em alto mar.
Sobre a jurisdição de Volk temos mais quatro cidades: Vin, Oin, Lin e Kin. Sobre a jurisdição de Onk temos mais três cidades: Onka, Naka, Kaon. Sobre a jurisdição de Looren temos mais quatro cidades: Loo, Oo, Roo, Eoo. Sobre a jurisdição de Kolv mais três cidades: Kol, Oll, Loll.
Para eu ir para o Bosque Sereno tenho que ir atravessar Vin, Oin, Lin e Kin, logo passar por Volk e então sair pelas muralhas da cidade. Mas não haveria nenhum problema, na verdade foi muito bem tratado nas travessias da cidade, todos me conheciam por causa da batalha e eu fazia questão de dizer que estava indo de frente enfrentar a bruxa que vem causando estragos em nosso mundo e todos ficavam cada vez mais maravilhados.
Confesso que ainda sentia um pouco de medo por estar saindo da minha realidade, eu sempre vivi aqui, desde que nasci nunca me transladei a outro reino, leio muito, gosto de manter-me informado sobre os outros reinos e continentes porque acho fantástico essa diversidade, mas sem os adventos dos meus poderes eu nunca tinha imaginado que isso podia ser um realidade, e agora que posso ir o medo e adrenalina me chegam a paralisar um pouco, mas sei que tenho que continuar seguindo. Então despedi dos guardas e atravessei o portão rumo ao exterior de Volkanlar Kara.
Tem um largo caminho até o Bosque Sereno, uma travessia desértica pelo nosso clima árido. E que criaturas eu avistarei. A passagem pelo deserto se deu a noite, onde se deu uma inversão térmica, fazia um frio tremendo e poucas criaturas se atreviam a sair, assim que não fui surpreendido por nenhuma das lendas que escutava quando mais jovem.
Quando passei pelo Bosque Sereno temi um pouco a aproximação porque já escutei que existem arqueiros altamente treinados a espreita e também vi muitas pegadas dirigindo-se para Cyntaf, pensei que provavelmente a bruxa os tivesse capturados e que o próximo passo seria dominar Cyntaf. Assim que segui as pegadas e não demorou a que eu os avistasse. Estava um rapaz e uma bruxa, ele carregada do lado uma espada de aresped, e provavelmente a bruxa deve o estar controlando para protegê-la.
Assim que não pensei duas vezes e carreguei uma bola de fogo e disparei contra ela, ela porem desviou e então acertei o rapaz que caiu desmaiado no chão. Logo acendi meu cosmo e era tão terrível que ela deu um pequeno recuo.
- Quem é você? – Que energia incrível.
- Sou o emissário da sua destruição. – Então comecei a derreter tudo ao redor dela.
Ela então começou a voar, e de cima me lançava ataques quase invisíveis que engoliam o ar e por onde passavam sugavam a uma destruição iminente. Ela o chamava de vácuo. Mas não era mais poderoso que meu cosmo, portanto não me penetrava.
Mirando em sua direção no alto, joguei um ataque de lava, ela apontou sua mão para minha magia e a destruiu antes de entrar em contato.
Logo começou a usar telecinésia e a prender-me contra o chão.
- Não entendo porque queres matar-me. – Ela disse desesperada. Seu amigo então despertou.
- Ela não é má, você quem quer que seja, pare! – Disse o rapaz.
Então acalmei meu cosmo e a bruxa baixou.
- Ela estava sendo controlada por um ser chamado Toni Drew, estamos indo a Cyntaf descobrir quem é. E você, quem é você?
- Sou Ígneos, o deus do fogo.
- Faz sentido, que cosmo terrível. Você é um competidor, é de Volkanlar. – Disse o rapaz me reconhecendo. – Eu sou Jean Carllo, sou competidor também, em Aresped. E essa é Amanda, ela é de um planeta chamado Terra, e agora que saiu do controle estou tentando ajuda-la a solucionar o problema.
- E como você sabe que não é mais um truque, de repente ela o está levando a uma emboscada.
- Não se preocupe, eu tenho certeza, e se você também nos acompanhar, teria uma divindade por perto.
Amanda estava calada, na Terra ela não tinha acesso a seres mágicos e divindades assim tão facilmente, era um mundo tão fantástico que ela quase não se arrependia de ter ido ai por manipulação.

- Você sabe da Grande Competição em Valkaria, vamos ser teletransportados para lá amanhã e lutaremos pela taça, para irmos disputar na Arena no final para ver quem representará Kharin nas competições. – Eu disse apurando-os. – Temos que descobrir logo o mistério de Amanda e podermos ir tranquilos.

Love is the Air

Kharin, Reino de Depruff

Os bebes estavam sendo bem tratados e eu os estou ensinando de maneira lúdica como aprender magia. Cada apresentando particularidades impressionantes, a Sofie parecia ser encarnada do Reino, suas expressões geladas e o clima literalmente eram mais frios ao seu redor, então fiz algumas anotações de como seria seu dom num futuro.
O Niel tinha a capacidade de encantar objetos a maneira que ele imaginava, às vezes segurando um chocalho ele a fazia pegar fogo sem se queimar ou fazer queimar o objeto e era assim que este bebe se divertia.
Tainá seu poder é algo relacionado à energia, porque ela moldava seus cabelos e os faziam gerar um tipo de energia roxeada, o mesmo podia passar em qualquer parte do corpo, mas por se tratar de um bebe talvez ela encontre mais divertido o cabelo, e por vezes é preciso deixar um pouco isolada para que não machuque aos outros bebes. O engraçado é que a energia tem a forma física da parte do corpo que se desprendeu.
O patrício Charles Maison tem poderes adaptativos, ele consegue moldar sua forma a o que ele imaginar, como é um bebê, às vezes vemos xicaras gigantes no meio do salão de treinamento, às vezes ele se transforma em algum outro bebê e ai vemos duplicatas. Claro que a transformação não é completa e sempre vemos seus cabelos acinzentados como característica marcada de sua transmutação.
Uma diferença peculiar se faz necessária, um feiticeiro é o ser que possui um dom mágico nato, que é o que eu estou mostrando de cada bebê, o intuito deles estarem aqui na capital é para ampliarem essas características e descobrirem a sua forma mágica e seu caminho mágico para então desenvolverem e se tornarem magos, e ai poderem utilizar varias formas e caminhos mágicos, não estar limitado à característica principal. Neste mundo existem também os bruxos, como eu, como Zanata, que pela nossa inteligência, nos é concedida poderes mais devastadores, com treinamento os bebês também poderão tornar-se bruxos, quem sabe até mais como Ondorins.
A Winnie o poder dela estava claro desde o principio, acredito que será a única usuária de poderes psíquicos de toda Kharin que eu conheço, a telecinésia dela é marcada, ela levanta os objetos apenas mirando-os, às vezes tenho que cuidar porque ela faz isso com o pobre Henrique também, e se diverte muito ao fazer.
E por ultimo temos o Henrique, o que foi salvo por Dana nas fronteiras de Erion. Este é um bruxo nato, tem poderes variados mais ainda disformes, foi agraciado pela deusa pelo dom e pela inteligência, às vezes vejo traços de luz, outro de trevas, às vezes de fogo outra vez de agua, às vezes do ar outras vezes da terra. Ele passeia pelos polos opostos, e uma vez fui surpreendida por encontrei em seu berço uma varinha mágica provavelmente trazida pela deusa Misgijai que o agraciou com o dom da bruxaria.
Estavam os seis muitos contentos e adaptados a vida no palácio de Dana e eu também por tê-los por perto. Eram seres mágicos como eu, e erámos poucos com o advento dessas crianças tudo mudou.
Outra coisa que se fez mudança foi às visitas no castelo, muita gente de diversas regiões vieram conhecer os novos prodígios, principalmente os do Reino de Urak e Cyntaf. O primeiro é nosso vizinho comercial. Em Urak existem mais de quatrocentos feiticeiros, e em Cyntaf mais de mil, assim que recebê-los é sempre muito gratificante, por terem mais experiências, eles nos ensinam como lidar com os dons mágicos, e se colocaram maravilhados com as diferenças de dons que surgiram em cada um.
- Henrique parece ser um prodígio Marta. – Disse um bruxo de Cyntaf. Alto, pele morena clara, com olhos e cabelos castanhos, nariz afilado e uma pinta castanha no inicio da sobrancelha esquerda, e a boca fina desenhada a pincel. Trajando um robe luxuoso azul escuro com raias negras simbolizando energias místicas. E em seu dedo um anel mágico de tamanho doble, simbolizando que ele é um bruxo e não um feiticeiro.
Eu então sorri e logo complementei.
- É um bruxo nato, seus poderes exacerbam aos demais e ele pode manipular varias formas e caminhos, é uma de nossas esperanças contra Erion.
Ele pôs um rosto intrigado quando pronunciei o ultimo nome.
- Eu soube de algo. – Disse ele. – Que vocês dividiram o reino em duas partes, e uma ficou com este tal senhor, Erion e uma bruxa que possui a mesma idade que você.
- Sim, Erion, também é um bruxo, não nato, mas tem poderes grandiosos e volta e meia ameaça nosso reino e também a Dana.
- Entendo, e porque vocês não contratam ou pedem ajuda a Cyntaf ou até mesmo a seus vizinhos Urak.
- Dana acredita que a batalha é interna, e talvez ela nutra ainda algum sentimento por Erion e isso a da esperança de que ele possa mudar. – Então dei uma pausa para olhar as crianças e percebi que ainda não sabia o nome dele, quando o busquei novamente ele estava com Charles no braço, ele realmente parecia muito apreciar as crianças. – Percebi que ainda não te conheço. – Logo sorri.
- Perdão pela falha, eu me chamo David Triguel, sou de Cyntaf, capital. Você deve ter mais de anos, porque os novos ainda são bebês. Bom, e eu? Eu sou um pouquinho mais velho, faço parte assim como essas crianças da segunda geração de magos do meu reino, e deve ser por isso que me apeguei tanto a eles, sinto como parte de minha própria energia.
- Uau, fiquei espantada. Cyntaf é o reino mais antigo, onde surgiram os primeiros humanos de Kharin. E isso o que significa exatamente em relação a sua idade? Quantos anos você tem?
Ele sorriu. – Ficou curiosa senhorita Marta? – a palavra senhorita me deixou um pouco constrangida. – Eu tenho quatrocentos e dois anos.
Mais uma vez fiquei espantada, aqui em Depruff conseguimos viver com longevidade porque possuímos a fonte, mas e ele como conseguiu atravessar tantos séculos.
- E qual o seu segredo? – Enfim perguntei.
- Só treino muito a resistência, os que nasceram comigo naquela época já não vivem, no máximo chegaram há duzentos anos, mas eu pareço ter uma resistência maior.

O tempo ia passando e nossas conversas foram se colocando cada vez mais interessante, porque ele é alguém que esta aí há quatrocentos anos, já deve ter visto muita coisa, incluso meu próprio nascimento. Como estava tarde eu pedi para que ele dormisse em Dana, para que assim pudéssemos conversar mais.

Fugitiva, Ocultista, Selvagem

Nord, Reino da Irlanda

A nossa bruxa Fugitiva se chama Kim Owen, é uma Nefestos de 46 anos, é uma bruxa nata, incrivelmente poderosa que por muito tempo viveu sozinha, e logo após a Batalha contra as Fadas, ela se deixou convencer por Merin, a quem conhecia de muito tempo a entrar no Coven.
Nefestos são raças de uma mistura de Anjos Negros com Seres Humanos, é muito parecida com Nephalins, à exceção é que os poderes de um Nefestos são de Trevas. Sua varinha é de carvalho, que reflete seu poder.
Kim também é capaz de sentir as armadilhas, sem necessariamente vê-las, o que a faz extremamente habilidosa para missões de rastreamento e caça. E também não precisa fazer gestos nem dizer palavras para realizar suas magias.
“Aquela jovem era uma Fugitiva. Mas acho que nunca a classificaria assim. Para mim, ela é uma Sobrevivente.
Quando chegamos a sua aldeia, a cena que encontramos não era das mais bonitas. Dúzias de cadáveres jaziam nas ruas sujas e empapadas de sangue. Muitas mulheres morreram naquele dia. Pilhas com os corpos dos homens queimavam dando a impressão que entrava-mos no próprio Inferno. Pela condição dos corpos das mulheres, pelas marcas de mordidas e arranhões e pelo estado se suas roupas eu nem quis imaginar o que os templários e inquisidores haviam feito a aquelas pobres damas.
Vasculhamos por todo o dia, até chegar a casa da parteira da vila. Lá, a jovem chorava desesperadamente sobre o corpo de um inquisidor. Depois, ela me contou que o bastardo tentou violenta-la e que ela o havia matado com uma explosão mágica. Agora que sua vila e todos que nela viviam estão destruídos, não há mais lugar para ela. Naquele momento, senti-me impotente. Peguei a mulher nos braços e levei-a até meus companheiros.” Das Anotações de Aquilan Mão-de-Titanium.
A Ocultista é a bruxa que se associa com poderes sobrenaturais desconhecidos, e por esse motivo são muito temidas pelas outras bruxas ou pelos outros seres. Então geralmente elas são as que se infiltram em conselhos e tribunais e lutam pelas causas das demais bruxas.
No caso deste Coven, a nossa Ocultista se chama Nicole Wicca, isso mesmo, ela é filha da Deusa Grande Mãe, sendo assim muito respeitada no circulo e também fora dele, a sua participação em conselhos é muito importante, porque ela com certeza podem fazer a diferença, já que conta com poderes divinos. Nicole também teve uma participação no desenvolvimento de Isabella Lavey, filha de Lilith, ela que a apresentou ao circulo, também batalharam contra Demônios Sugadores de Alma, e foi a responsável através de sua mãe de passar sua linhagem sanguínea a Isabella. O que fez das duas muito amigas.
Nicole é de raça Lumus, ser de extrema rapidez e beleza que vieram de Lussúfuri, o mundo da Luz, essa raça surgiu aqui graças à invasão no ano 100. Diferente de suas companheiras, esta é uma Ondorin Nata, seres mágicos de extremo poder e beleza, e também uma Cavaleira de Bronze que luta por Grande Mãe. Usa-se do cosmo para nutrir-se e batalhar, e como suas companheiras ignoram componentes somáticos, gestuais e verbais para realizar suas magias. Nicole pode ser muito persuasiva.
“Dizer que minha história é diferente da destas bruxas é uma mentira. Nasci num reino onde a magia é perseguida. Um reino onde Inquisidores possuem grande poder e a população é ignorante e medrosa. Tudo o que me tornei hoje devo a uma mulher: Leandra LeVille. Esta senhora, amiga de minha família, conseguiu algo inédito: ser a primeira mulher no conselho do reino e mais ainda, ter sua voz ouvida por um bando de machistas. Sim, é verdade, o status da família LeVille e todo o dinheiro de Leandra – que dizem ser o suficiente para comprar o próprio reino – falavam alto, mas aquela poderosa mulher tinha personalidade e idéias que eram respeitadas. É incrível como nunca descobriram que era uma Bruxa!”. Das Anotações de Aquilan Mão-de-Titanium.
Existem alguns reinos, onde a magia é proibida, caçada e desprezada. Normalmente nestas regiões, as bruxas tendem a ser mais perseguidas que outros conjuradores, pois, uma vez que compactuam com poderes sobrenaturais desconhecidos, sua associação com forças maléficas é quase sempre uma constante. Por este motivo, algumas bruxas infiltram-se nos conselhos, tribunais, clero e outros órgãos burocráticos em busca de aprovação de leis favoráveis a elas, escondendo, é claro, sua condição e poderes.
A Selvagem se chama Valentina, e possui sessenta e dois anos. É a mais velha do Coven e também uma das fundadoras, em uma época onde eram poucos os membros por causa do medo de retaliação. Ela é de raça Sky, provenientes de Allyn, o mundo da deusa Glorienn (da natureza), e Valentina possui uma técnica diferente, seu cosmo é mais poderoso que o comum, o dobro a mais. Uma questão própria racial. Ela pode conversar com animais, assim como afasta-los.
“Aquela nagah não era uma nagah comum. Sua pele era manchada, como a de um tigre, padrão incomum quando tratamos com nagahs. Ela veio rebolando como só as nagahs sabem rebolar e nos fitou com um misto de curiosidade e revolta, afinal de contas, o grupo não era nada comum: Orson, um Paladino com cara de poucos amigos, Silvanus, um arqueiro elfo com um olhar que sempre fazia a damas ruborizar, Nereus, um Clérigo da água que parecia nem estar neste mundo, Vanessa, uma Nagah meio-golem e eu, um alquimista espalhafatoso e com roubas berrantes. Ela nos olhou mais uma vez e questionou o que fazia-mos ali. ‘_Procuramos o jardim de Gaia, Irmã’ – respondeu Vanessa. ‘_Então encontraram’ – respondeu a nagah – ‘_Mas eu sou a guardiã deste jardim e apenas os que passarem em meu teste poderão entrar.’” Das Anotações de Aquilan Mão-de-Titanium.
A bruxaria é um dom natural. Por este motivo a deusa concedeu a algumas de suas filhas, poder natural. Estas bruxas, embora sejam acompanhadas de perto pelas forças protetoras – e, assim como as outras bruxas possuam um patrono – nunca tiveram contato com outras bruxas, mas ainda assim possuem poderes dignos de uma sacerdotisa. Estas filhas da deusa – as selvagens ou jardineiras – normalmente são encontradas como eremitas, sábias reclusas, curandeiras de tribos bárbaras ou mesmo atuando como xamãs destas mesmas tribos.



domingo, 13 de março de 2016

Castelo Maia

Nord, Reino Maia, Etiópia

Estávamos sem Aser e Zebulom, e mesmo assim em menor numero avançamos no território Maia. A Etiópia é muito bonita, o Lago Tana, quedas d’agua que somente o Único Acima possa ter criado e é cercada de lindas montanhas. As pessoas andam em trajes leves como túnicas brancas e existem muitos templos espalhados para o deus Fjyoho, um deus pagão da luz.

O poderio bélico parece ser muito alto, existem muitos guardas por todo o Reino, e muitos magos de luz também. Existem algumas cidades padrão também, que são as cidades estados governadas por membros maias distribuídas em títulos nobiliárquicos. Eu não tinha parado para pensar no perigo que era começar uma guerra aqui com tão poucos homens. Talvez meu poder possa parar algum, mas eu sacrificaria todos e não sei se poderia vencer sozinho.

Os meus homens também estavam assustados quando começaram a sentir o poder neste lugar.

- Não tenham medo homens, Kadhji está conosco nesta cruzada.

Procuramos um hotel para restabelecer as forças e também para conhecer melhor o lugar e planificar estratégias. Como conselheiros eu havia elegido a Benjamim, Simeão e Gade, porque eles possuem um alto potencial de fé. Então os pedi para que planejássemos junto o que fazer.

- Simeão meu amigo. Estamos frente à família imortal mais poderosa de Nord.

- Mas recorde que você também é imortal Judá. Com certeza é nosso escolhido de Kadhji.

- Mas não sabemos a verdade se realmente não posso morrer. Mas com segurança que eu comprovaria se fosse por nossa causa. – Pausa. – O que me preocupa são vocês, não gostaria que alguns de vocês morressem no processo. – Disse meus pensamentos.

Benjamim se aproximou.

- O que está tentando dizer é que você irá batalhar sozinho?

- É o que eu estou pensando. – Conclui. E era nítida a cara de espanto de todos eles.

- Podemos não ter a mesma força que tu, mas igual podemos lutar Judá, e com certeza Kadhji também nos ajudará. – Disse Gade.

- Sim meu irmão. Estamos destinados a ser Anjos de Kadhji, vocês são Clérigos Divinos, os demais são Clérigos, e eu já alcancei ser Cavaleiro de Bronze, se continuamos lutando e conquistando terras com certeza nos elevaremos mais, e ai nada poderá deter os planos do Único Acima.

Logo de descansados saímos pelas cidades até chegar ao plano central, ao Eixo da Familia Maia, os patriarcas, como eu batalharia sozinho com o apoio de fé de meus companheiros, eu pretendia desafiar o membro mais poderoso da Familia e assim garantir a minha hegemonia e o domínio sobre o Reino Maia e também seu destino.

O Castelo Maia era divino com perdão da palavra, a magia era sólida, os raios de luzes, bibliotecas extensas, pisos em luz sólida, as paredes, as decorações eram de variadas cores de luz sólida. E há escritos nas paredes com frases de Neglight a cidade da Luz e de Lussúfuri o mundo de Fjyoho, que está intimamente ligado a essa família. E os que trabalham no castelo o faziam com orgulho de servir a eles, que são considerados os maiores heróis deste mundo. Mas não me enganam, para mim são os maiores tiranos, aproveita da fragilidade do povo para dominá-los.

Os reis estavam em seus tronos brilhantes e triunfantes. E atendiam a população. Então me aproximei e entrei na fila até que enfim chegou o meu momento de ser atendido.

- Vossa Majestade Dhyogo Maia e Andrômeda Etio. – Disse enquanto fazia reverencia, não por serem divinos, mas por respeito pelo reinado.

- Em que posso ajuda-lo? – Disse a voz estrondosa do ser imortal.

Então sorri, finalmente havia chegado meu momento.

- Eu sou o enviado de Kadhji o Único Acima, e eu entendi que Ele quer fazer um reinado universal em Nord, onde só prestem cultos a ele, por isso vim até a Etiópia para pedir que se rendesse aos cultos para Fjyoho e comecem a adorar somente ao deus universal.

O rosto de Dhyogo não havia se alterado nenhuma vez sequer durante minhas falas.

- Meu caro enviado. Todos nós reconhecemos a autoridade de Kadhji, ele é o criador do nosso universo junto a Analú, mas você precisa lembrar-se que ele também é pai de Xadapaet que é pai de Fjyoho, o deus ao qual cultuamos. E não só o fazemos para cultuar, mas porque ele é meu parente muito perto, sou um descendente direto do deus da luz. – Então ele fez uma pausa para que eu refletisse e logo continuou. – O que o faz acreditar que Kadhji com seu infinito amor não permita cultos aos seus próprios filhos?

Levantei porque estava ajoelhado e o encarei.

- Não estou aqui para tentar convencer-te. Fiz a minha proposta, mas vejo que a recusa. Então será no modo difícil.

- Queres lutar? – Disse Dhyogo perplexo. – Se é isso que você procura, eu posso arranjá-lo. Mas não será contra mim. Já que você se autoproclama o melhor guerreiro de Kadhji, então lhe darei meu melhor guerreiro.

Então concordei com seus termos. Do lado de fora do castelo havia um pátio de batalha, logo de nomeado adentrei o pátio enquanto meus amigos me olhavam torcendo pela minha vitória. E então Dhyogo anunciou meu inimigo.

- Como você é um Cavaleiro Divino, vou colocar-te a prova. Que entre Kael Maia. – Este ser que entrou é um Anjo, de raça, não de obras na fé. Asas grandiosas, brancas e brilhantes, mas também de obras em fé para Fjyho. Um membro Maia com poderes Angelicais.

Então começou a batalha. Kael era incrivelmente rápido e era o ideal que eu buscava tornar-me um anjo. Houve um momento que ele me atacou um numero de vezes que eu não pude contar, e se não fosse pelo meu cosmo eu não teria podido defender.

Eu sentia que meu cosmo era muito mais poderoso que o dele, porque um dado momento ele o ativou, era roxo, não tão denso como o meu, mas somando a velocidade que ele podia atacar, seu cosmo chegava a ser tão poderoso quanto.

- Assim que você é um Adhji? – Sorriu. – Aposto que você nem sabe o significado.

Não dei ouvido ao que me dizia e para diminuir sua velocidade usei uma ampliação da gravidade, para prendê-lo mais ao chão, estou fazendo uso de poderes que normalmente não faço, mas é necessário.


Isso o atrasou, mas não foi suficiente, e quando pisquei os olhos, e deixei a guarda baixar, Kael voou bem alto e numa velocidade supersônica ele veio como trovão em cadeia, pude manter por algum tempo meu cosmo negro, mas logo se desvaneceu, ele pode penetrar e então senti que havia morrido todos meus sentidos pouco a pouco pararam de funcionar e o vácuo me recebeu.