domingo, 4 de outubro de 2015

Maico Maia, 2ª Parte

O retorno de Maico a Poliken foi triunfante, já era visto como um herói por todo o campus. Seus amigos seguiam o mesmo passo, de fato, mais a Christine, porque neste ano, David não quis competir às atenções e se afastou de Maico Maia.

Sabendo da fama do celebre, Luodaf vê o momento perfeito para testar sua equipe. Assim que com seu regente neste mundo, o usou para causar aflições no Maico e também usou a Caballa para assolar Arton/Nord.

Os primeiros dias foram de planejamento do Regente Éderson junto a Caballa, e Maico pode passar os primeiros dias de aula tranquilamente; talvez um pouco assediado pela fama.

Neste período ele percebeu que talvez sentisse alguma coisa por Christine, mas sentiu que não seria possível, porque ela demonstra estar interessada em Niori. Este ultimo para quem não se lembra, é o Avatar, ele reúne todas as famílias divinas em si, foi criado pelos deuses, mas ninguém sabe.

John Willer como havia sido expulso, ficou na casa e começou a trabalhar na fazenda junto aos empregados, como castigo pelo que causou. E se via um pouco solitário, já que Silas havia fugido.

Nas férias, Maico conheceu uma brasileira, os quais tiveram uma história, mas também não foi muito significativo.

Era um fim de tarde comum, Maico e Christine se preparavam para seguir a seus aposentos, despediram dos colegas e seguiram. David também estava com eles, e os acompanhou. No meio do campus, entre o jardim e o chafariz surgiu um rapaz, ele tinha uma mania compulsiva de estralar os dedos e com isso produzir luz. Eles nunca o haviam visto em Poliken ou pelos arredores. Tentaram um dialogo, contudo, o rapaz simplesmente sorria. E repetia a palavra “o herói”.

Maico dizia que não estava atrás de confusão, e Christine se preparava para um ataque. David parecia serio, mas por dentro sentíamos que estava apavorado. Este mesmo rapaz surgiu à direita deles, mas também permanecia no mesmo lugar. Logo apareceu à esquerda também, mas sustentava os outros dois lugares também.

Truque barato, dizia Maico, que também se projetou em dois, assim como Christine, amantes da luz. Em seguida outro de trás deles, e os quatro começaram a caminhar lentamente na direção dos meninos. David atirou estilhaços de ferro que se projetaram de seus dedos e atingiu um dos projeteis do rapaz, com tudo não o impediu, e o que mais os deixou impressionado é que não lhe atravessou, as “ilusões” eram sólidas. Rapidamente Maico e Christine recolheram suas ilusões vulneráveis e ambos preparam bolas de luz, a de Christine tinha uma alo como sol e esses sim destroçaram os projeteis. Foi quando o rapaz assustou com o poder, logo este ataque chamou a atenção das autoridades, e o obrigou a fugir. Mas antes que tentasse Maico criou celas de luz, e prendeu o “Ilusionista”.

Eles não tiveram mais noticias do que houve, e seguiram com a vida normal, um pouco mais assediada por ter vencido um inimigo que invadiu Poliken. E isso despertou a duvida de que se Poliken era realmente segura.

O segundo ataque foi mais brutal, começaram a aparecer pessoas mortas no campus, e todas com marcas de grandes garras, como de animais ferozes. Aguçando a curiosidade de Maico que passou junto aos amigos investigar os ataques. Quando então descobriram que se tratava de um rapaz de pela negra, usando uma tapa boca e tinha as mãos grandes e apavorantes.

E este tentou atacá-lo, dizia que Maico era o alvo principal de toda essa confusão. O problema era que este ser, autodenominado Rodox, só era efetivo a curta distancia, como Maico era especialista em magias de longa distancia, não o permitia aproximar, logo após causar uma cegueira temporal, Maia, o filho da luz, o desmaio com trovão, um ataque elétrico muito efetivo, mas que poucos podem produzir, e então o encapsulou em sua cela de luz (divina, ainda que ele não saiba).

Na Caballa já estava um rebuliço, Ederson não podia acreditar que Maico fora capaz de derrotar dois de seus membros, pensou que talvez ele não pudesse contra Kimimaro e J.J., contudo, ambos estavam em outra missão no planeta Terra.

Então só restaria ele e sua amada Urza. Já estávamos finalizando o ano letivo, quando todas as luzes de Poliken desapareceram, alguns feiticeiros levantaram suas varinhas e produziram luzes para suprir essa falta, mas ninguém soube do motivo. Urza e Ederson podiam se transportar através das sombras, e no cair da noite, iniciaram seus ataques para derrubar Maico Maia.

Puseram-se em fila com as varinhas iluminadas seguiram todos para o dormitório, no caminho, um a um de trás para adiante foram sendo derrubados por forças das trevas. Quando David se da conta, de repente começa a sair sangue abundante de seu nariz, e começa a gritar até que desmaia. Christine se vira e dá de cara com uma senhorita macabra, de pele alva e branca, olhos amendoados e o cabelo loiro cobreado agarrado ao corpo. Ela sente seu corpo ser atormentada por algo, e isso a incomoda, sente seu sangue aos poucos sendo paralisado, e lhe vai causando um frio cortante. Maico surge ao lado e ao atirar um globo de luz, ele sente ser agarrado pela sua própria sombra e cai paralisado e pregado ao solo. Em cima dele se projeta salvas de pontas de trevas solidificadas.

É então que escuta que o filho da luz será morto pelo filho das trevas. Christine libera seu poder calorifico e reativa sua circulação, com as mãos tão quentes quanto os raios ultravioletas, ela derrete o encanto de Urza, e a afasta com uma explosão solar. O brilho se projetou e chegou a iluminar a toda Poliken.

Maico transformou seu corpo em luz solida e assim afastava as sombras de Ederson. Transformou as nuvens negras conjuradas pelo regente em nuvens carregadas e logo começou a produzir trovões que ora tentava atingir Ederson, ora Urza.

Foi uma batalha árdua e cansativa, porque o poder do regente também era divino, e Urza também possuía um poder imortal. O excelente controle do sangue subjugou Christine, que apesar de ter um sangue imortal (sem se der conta), foi enquadrada e derrubada por Urza, num ataque mui similar ao que ocorreu com David. Então ela voltou-se para Maico, que também apesar dos trovões já estava quase sendo encurralado por Ederson.

Maico se perguntava por mestre Talude, e pelos professores de Poliken, mas Ederson havia respondido que já estavam todos dormindo neste momento, que nenhum fora paio para o poder de um semideus.

O corpo do filho da luz foi se tornando imóvel e frio pelo poder de Urza. E começou a ser ameaçado pelas sombras do Regente, que também ademais, projetava suas salvas de trevas solidas pontiagudas prontas para perfurar nosso herói. Ele lamentava pelos outros membros da Caballa que haviam sido tão fracos em encurralar o notável Maico Maia. Contudo, ai estava ele orgulho do feito.

E quando soltaram as salvas de pontas, essas paralisaram no ar e logo se desfizeram. Ederson e Urza foram arremessados à longa distancia. Dhyogo Lenda reapareceu e salvou a vida de Maico Maia.

Dhyogo se envolve em Trevas e Maico se envolve em Luz, recuperando assim a confiança. O Regente apavorou quando se deu conta de que era uma Lenda, ainda mais quando sentiu que seu poder era divino, e que talvez tivessem algo de parentesco.

Urza tenta usar sua dominação do sangue, mas logo em envolvida por umas trevas que a mandam de volta a Caballa. Um bracelete é inserido em Ederson e este perde a capacidade de utilizar seus poderes, e igual é envolto pelas trevas e desaparece.


As luzes retornam em toda a Poliken e todos os que foram atacados despertam e quando abrem os olhos vê Maico Maia ofegante da incrível batalha. E quando este olha a seu lado já não vê Dhyogo Lenda e então ele é aplaudido por mais uma vez salvar a todos. Logo ele também atribui o feito a Christine e a Dhyogo Lenda, mas muitos não acreditaram que fosse verdade, que talvez Maico delirasse num momento de torpor mágico e que lhe deu poder para derrubar o regente de um deus.

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