Nord, Reino de Israel
Quando
alcançaram seus pedaços de terra em Nord, Judá Adhji foi coroado o emissário de
Kadhji, o que criaria uma nova religião em Nord, sem politeísmo, apenas a
crença no senhor do universo. O problema é que lhes faltariam espaços então
aderiram à vida nômade e a utilizar Kadhji como senhor dos exércitos para poder
ir conquistando reinos. O deus Leonardo observava bem perto todos passos desses
doze novos homens. E à medida que conquistavam novas terras, dava a cada um dos
representantes, esses a sua vez dizimavam a população e deixavam apenas uma
donzela viva, a que eles escolheram para ser suas esposas, e tinha um outro
detalhe, tinham que ser humanas. Todas essas regras eram outorgadas a eles
através de seres de Cosmódia, como anjos e cybers.
Eram
todos guerreiros e clérigos, tínhamos Judá como representante divino. Benjamim
também era um excelente batalhador, com coragem e fé. Gade também integrava
esse tribos poderosas.
O
poder de Judá estava cada vez mais crescente, e começou a assustar todos os
outros povos de Nord, inclusive as famílias imortais que temiam ser despojados
por este rapaz, que para eles claramente possuíam o gene de Kadhji, é um
semideus, eles sempre falavam. A família imortal vive para proteger Nord, e se
Judá tem o mesmo pensamento então eles ficariam contentes em partilharem o
poder. Contudo, parecia que Judá também estava querendo mata-los.
As
tribos de Israel ficavam próximas do castelo da família Maia, e os lideres se
reuniam tentando encontrar uma maneira de derrotar esta família.
Os
enviados de Kadhji contavam a Judá que num passado, ele tentou com pessoas
normais e que apenas um tinha poderes de fé, e que havia um tanto falhado no
processo, e que agora com doze humanos nutridos de fé esperava um resultado
diferente.
Para
Judá isso significava vencer as atuais potencias do mundo, ajudar a sua
população para que se multipliquem sem os pensamentos de diversos deuses e
outras práticas deste mundo. Evitar acesso a seres mágicos para que conheçam
somente a Kadhji e nutram somente de seu poder. Ao avaliar seu pequeno exercito
ele sabia que não poderia vencer toda a família Maia, precisaria ser cauteloso
antes de atacar, ou tratar de fortalecer seus homens.
Foi
então que ele criou uma serie de atividades e desafios para que eles subissem
de nível. A atividade nômade também ia começar a se estabelecer, e os doze
partiriam de Israel sob o comando de Judá.
Este
ultimo possui um poder muito peculiar, ele levanta uma aura azul roxeada em
volta de si mesmo que aumenta sua força, seu poder de ataque e também seu poder
de defesa, e eles o chamam de Cosmo, a energia universal. Algumas das vitórias
dos povos de Israel se da graças a esse poder. Desta maneira Judá criou uma
redoma de cosmo ao redor de Israel, também ordenou que todos os seus homens
engravidassem suas respectivas esposas e quando feito partiriam.
E
assim aconteceu, quando todas estavam grávidas, elas prometeram cuidar uma das
outras enquanto os rapazes partissem para expandir o território de Israel.
Com
suas esposas grávidas e o reino protegido pelo cosmo eles partiram. O lugar
mais próximo era o castelo Maia. Mas havia um largo percurso para chegar até
lá. Teriam que passar pelo deserto e pela civilização no Egito.
Os
desertos em Nord costumam ocultar muitos monstros, e o que eles encontraram foi
um terrível manticore. Metade leão, metade escorpião e asas de águia. Uma inteligência
perspicaz, muito sagaz, e nem um pouco amigável.
Utilizando
o poder da fé, os doze juntos puderam subjugar o manticore, e depois caminharam
dias pelo deserto até encontrar a civilização egípcia. E aqui Judá encontrou
outro problema, esta civilização também acredita em diversos deuses, e tem uma
história e trajetória muito similar a Terra.
À
noite em uma estalagem, Judá recebeu a visita de um ser com materiais metálicos
de origem alienígenas acoplados ao corpo, um Cyber enviado de Kadhji.
-
Prazer Judá. Eu sou Julian, de Cosmódia.
Julian
conta a Judá como aconteceu na Terra em relação ao povo do Egito e deixa Judá
com muita ira e revolta. Logo diz a ele qual o propósito da missão.
-
Suas esposas estão rodeadas pelo cosmo e Kadhji também deixou quatro anjos ao
redor da cidade de Israel para impedir invasões e para ajudar na provisão de
seus familiares.
-
Eu agradeço muito Julian. De todos os deuses deste planeta, Kadhji é o mais
vivo, e o que está sempre presente.
-
Ele foi, é e sempre será assim.
Logo
Julian se despediu e voltou para Cosmódia. Todos que o viram ficaram
aterrorizados.
-
Judá! – Exclamou Gade. – Está tudo bem, o que este queria?
Judá
riu perante o medo de seu amigo.
-
Não se preocupe meu caro. – Disse tranquilamente. – É um enviado de Kadhji, me
contou um pouco sobre a história do povo que estamos por encontrar e também me
fez lembrar-se dos planos de Deus para nosso povo.
De
noite Anúbis mandou seus chacais atacarem a estalagem onde estavam os
representantes das tribos. Eram mais ou menos vinte chacais. A ira sagitariana
de Judá se ascendeu, e de repente todos os dozes estavam batalhando com unhas e
dentes, uma junta formada por Manasses, Issacar, Aser e Ruben tratavam de
utilizar os poderes divinos para curar o restante dos clérigos. Judá, Gade e
Benjamim conseguiam bloquear um monte de guerreiros chacais.
Anúbis
havia disfarçado de um dos chacais para poder vislumbrar a derrota dos doze. Contudo,
o que viu foi o contrário, vários dos seus caídos. E Judá o aterrorizava. Quando
ele foi atacado, logo foi lançado para trás com toda a força com que deferiu, e
então percebeu que se tratava de uma divindade. Os outros onze se colocaram detrás
de Judá, e este ativou seu cosmo como barreira.
-
Está em um território perigoso filho de Kadhji. – Disse Anúbis.
-
Estou onde manda meu senhor. – Disse Judá com toda autoridade e confiança.
Anúbis
riu.
-
Sua fé é muito impressionante, talvez uma das únicas de verdadeira impressão em
Nord. Já não vejo servos tão leais. Mas saiba Judá, eu talvez agora não possa ataca-lo,
não violaria tratos divinos para derrota-lo, mas saiba que farei o possível para
saborear tua queda.
Dito
isto, ele desapareceu. Os rapazes se tranquilizaram e juntos com Judá saíram o
mais rápido possível das terras do Egito. Seguia em direção ao Sudão, o próximo
reino, que os deixaria mais pertos da Etiópia, lugar onde está instalado o
Castelo Maia.
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