Capitulo
4 – Origem de Nord
Nord surgiu de uma
necessidade das fadas, seus primeiros lares, onde foram a Terra que viviam em
comunhão com todos os seres místicos, com os seres humanos e com os animais.
Uma das primeiras
decepções, me lembro bem, foram quando as fadas começaram a serem exploradas
pelas bruxas, que as buscavam em busca de beneficio, umas demonstrando amizade,
outras as prendiam em receptáculos de ferro frio e as obrigavam a partilhar seu
poder.
Dessa primeira
repressão as fadas criaram Arcádia, um lugar que em teoria seria habitado
somente pelas criaturas místicas e que receberiam visitas apenas de magos ou
bruxos que tivessem honra em seu coração.
Mas isso se deu só em
teoria, logo Arcádia começou a ser invadida e as fadas migraram para diversos
outros mundos em busca de sossego, algo que não mais poderiam ter na Terra,
ainda mais com o advento das religiões que começaram a vê-las como um perigo
contra seus deuses.
Quando houve a ascensão
da segunda reencarnação dos Regentes dos deuses do Kenn na Terra, as guerras
espirituais que foram travadas, os abusos contra as fadas que eram usadas nessa
cruzada. Fora a caçada que existia para extingui-las, tiveram a ideia de criar
um novo mundo, igual à Terra em forma, tamanho e estrutura, foi então que
surgiu Nord.
No inicio Nord contava
somente com as Fadas da Vida, do Tempo e a Dama de Branco, eram somente as três
no vasto novo mundo, até então oculto de todos, não queriam cometer o mesmo
erro que fizeram em Arcádia.
Em duzentos anos elas
foram capazes de criar as Fadas do Ar, da Agua, do Fogo, da Terra, da Luz e das
Trevas. Agora o mundo estava mais diversificado, mas mesmo assim, viviam em
função uma da outra, eram mais que nada, unidas em prol da causa de
reciprocidade.
Depois eles criam os
elementais, Silfo para o ar, as Ondinas para as aguas, o Gnomo para Terra, a
Salamandra para o Fogo, e elementais para a Luz e para as Trevas. Os elementais
criam outros elementais a partir dos poderes da natureza, e as fadas criam a
Fada Caçador para manter a ordem no reino.
Alguns anos mais tarde,
a Fada da Agua e da Terra criam as Fadas dos Animais e das Plantas. A Fada da
Luz e da Terra criam a Fada de Cristal; da Luz e da Agua criam a Fada das
Cores.
E mais ou menos uns
quatrocentos anos da criação de Nord, a Fada da Agua atingi um certo grau de
poder e se torna a Fada do Gelo, o que a concede criar o continente de Antártida.
A Fada do Ar e das
Trevas criam a Fada do Infinito. E todas as Fadas se unem e criam a Fada
Artesã.
Quatrocentos e setenta
anos depois da criação de Nord, com as Fadas e os Elementais estabilizados e
vivendo em comunhão, alguns deuses começam, a saber, sobre essa nova criação, e
ficam curiosos. É ai que planejam uma invasão.
Na verdade a Terra já
estava em desolação, e os deuses do Kenn, novos ou antigos fizeram de lá um
verdadeiro lar. Os que tinham seus planetas não o visitavam muito, apesar de
que na segunda reencarnação foi um período intenso para todos.
Mas a maioria estava
insatisfeita, alguns estavam descontentes com Kadhji que monopolizava o poder,
e fez com que seus seguidores travassem grandes batalhas que chegavam a
exterminar raças.
É então que alguns
deuses liberam criaturas do Submundo para invadir a Terra e enfraquecer a resistência,
também num plano de algumas criaturas de cujo planeta tinha de roubar crianças com
dons mágicos com intuito de por um lado “salva-los” do extermínio do monoteísmo
crescente, e outro para escraviza-los em seu planeta. Porque humanos com dons
de magia sempre foram raros, mas quando com, eram fortes guerreiros.
Foi então, que numa
tentativa desesperada de salvar algumas crianças, e também de explorar esse
novo mundo que Fjyoho, Úfustop (Luodaf), Caufo, Lunes, Lemaumu e Leonardo organizaram
seus planos baseado nos planos dos pais dos bebes de proteção em Terra.
Foram 12 bebes de
proteção, mais seis filhos dos deuses com seus regentes. Num total de 18 seres humanoides
chegaram à Nord abalando toda a estrutura perfeita que havia sido criada pelas
fadas. Como eram bebes, eles contaram com a simpatia de animais que o
protegeram durante uma boa fase de crescimento.
Eram eles: Águia, Gato,
Serpente, Peixe, Cão, Onça, Sucuri, Dourado, Arara, Jacaré, Leão, Sapo, Gato²,
Crocodilo, Naja. Esses 15 se ascenderiam mais tarde às estrelas, e se tornariam
Signos Zodíacos.
Temendo o poder dos
filhos dos Deuses, as Fadas da Europa criaram a criatura Atemporal que o
chamamos de Ondorin, e o mesclou com os humanos, e para protegê-lo puseram a
Fada Mini. Esta por sua vez foi chamada de traidora do sangue, pois o Ondorin
foi um projeto oculto, e para que Mini o fosse proteger, teria que renegar sua
raça. Mini também é vista mais tarde ao lado da deusa Hemmely Helsing, como
Fada Suprema Mini.
Na América, as
Salamandras para ajudar a matar os viajantes trouxeram de outro planeta, o Demônio
Balrog e para protegê-lo uma Fada do Fogo (Estela).
Na Terra, um belo Anjo
havia se apaixonado por uma humana e com ela teve um filho, temendo a expulsão
do Paraíso, ele pediu que as fadas cuidassem dele. O Nephalins serviu do
proposito das fadas de destruir os viajantes de Nord, e mais uma “traidora do
sangue” foi levantada para protegê-lo, a Fada da Terra (Galí).
Os animais mágicos
ensinam os viajantes a construir casa, produzir alimento, a cadeia alimentar.
Na verdade, os animais foram parte da invasão, parte do plano dos seis deuses.
Nord reagiu usando do
clima, das arvores, dos rios, dos animais e das feras da terra para matar os
viajantes, mas a magia foi despertada nos 24 seres, os que foram usados para os
propósitos das fadas tiveram efeito rebote, estavam todos lutando para sua sobrevivência,
e os humanoides se uniram e conseguiram consolidar, agora em paz com as Fadas.
O fato é que eles se
encontraram, se apaixonaram, viveram romances e paixões, descritas já em outra
narração e se multiplicaram, da união deles nasceram nações, nasceram novas
raças, semideuses, demônios, ondorins, semi-ondorins, ninfas, classe de ninfas,
entre outros mais.
Neste momento assim
como foi na Terra, Nord começa a ser mais interessante, a raça humanoide deixa
o mundo mais satisfatório, mais bonito de estar observando. É neste clima de
criação que os deixo por hoje.
Nenhum comentário:
Postar um comentário