Triangulum
Continentem, Sem dados
Assim
que Toni Drew conseguiu abrir o portal e lançar um feitiço capaz de destruir
Nord, ele, junto com Loui, Daniele, Yan, Judá, Alberto e José vieram parar num
continente desconhecido e inabitado de Kharin. Ele possui o formato de um
triangulo, e Toni então o batizou de Triangulum Continentem, do latim.
-
O que eu ainda não compreendo Toni. É porque estamos em outro mundo se minha
missão é espalhar a religião do Único Acima em Nord. – Disse Judá um pouco
alterado.
-
Tranquilize-se meu amigo. – Disse Toni. – Este é o primeiro passo, porque
contentar-se somente com Nord, se você pode espalhar sua religião em todos os
mundos.
-
Continue. – Disse ele interessado.
-
Kharin é um mundo novo, tem um pouquinho mais de mil anos, aqui só existem dois
deuses, e com poucos fiéis, sem dificuldades vocês já poderia estabelecer a
religião de Kadhji aqui.
Então
ele se contentou com esse prelúdio.
Mais
tarde foram surpreendidos por Náfira Diabolista. Que sem muita dificuldade,
Toni a ludibriou para o seu propósito, aumentando o número de divinos a favor
da causa.
-
Somos oito seres incrivelmente poderosos, e nossa missão é colonizar. – Disse Toni.
-
Existe alguma informação relevante que precisamos saber? – Perguntou Daniele.
- Sim. Existe um continente onde há
um grande número de usuários do Ahada Kadabra. E eles provavelmente serão
nossos maiores desafios.
Insulae
Ondorin, Sem dados
Quando
entraram no portal, Pablo, Jenna, Iluga e Ewerton, vieram parar numa espécie de
ilha, e a energia aqui é muito poderosa. Provavelmente existem quatro Ents,
umas vinte ninfas e um Ondorin muito poderoso.
-
Vocês estão conseguindo sentir essa energia? – Perguntou Ewerton.
-
É incrível – Disse Iluga. – Nem em Nord eu podia sentir energias tão puras.
-
Acho que estamos numa pré-civilização. – Disse Jenna.
-
Provavelmente. – Disse Pablo com sua voz de criança. – Mas porque aqui? – Ele se
perguntou, sem obter respostas.
De
longe uma criatura com uma luz muito alva ao redor de si os observava, uma beleza
exótica, mas não mais que o Iluga e o Pablo.
-
É um Ondorin! – Disse emocionada a Jenna.
-
É óbvio. – Disse Pablo. Ele e Jenna não levam uma boa relação desde que se
conheceram.
A
criatura então correu numa velocidade incrível, nossos heróis tentaram alcançá-lo,
mas ele tem a proteção do tempo, enquanto ele corre muito mais veloz que o
normal, os outros que o persegue correm duas vezes menos que o normal.
-
Temos que tentar outra maneira. – Disse Ewerton. – Ei. Não tenha medo, somos
amigos, viemos parar aqui por acaso, também estamos tentando entender muitas
coisas.
-
Você é o único Ondorin da região? – Perguntou Pablo.
Ele
então parou e começou a observá-los. Era óbvio que estava tudo muito novo para
este ser, mas ele sabia que podia confiar nessas pessoas. Ao se aproximar
lentamente, ele então tocou a Jenna e logo ele havia aprendido nossa língua.
-
Se parecem a minhas amigas. – Disse ele numa tentativa falha de sorrir.
-
As ninfas? – Perguntou Iluga.
-
Vocês as conhecem? – Perguntou ele.
-
Não, mas adoraríamos conhecer. – Disse Jenna sorrindo.
Ele
então os levou para uma espécie de vale muito bonito. Foi aí que encontraram um
Ent Videira, muito antigo, e muito sábio. Um enorme lago com uma ninfa
Limnátide; uma Melíade um pouco desconfiada e trajada com armadura e uma
varinha de videira; ao redor uma grande floresta de carvalhos e entre as
arvores uma Dríade um pouco tímida que veio se aproximando aos poucos. De uma
parte do lago, onde saiam borbulhas por causa da nascente levantava uma linda
Crinéia. E como estamos numa ilha, logo mais acima depois da floresta tem um
mar, e deste veio vindo uma poderosa Oceânide, mas ainda com seu dom oculto. Pareciam
que estavam todos muito curiosos com esses novos visitantes. O Ondorin passou a
informação de maneira mágica para que todos pudessem falar nossas línguas.
-
Possuem muita energia. – Disse o Ent olhando para cada um dos visitantes.
-
É que somos descendentes de seres divinos. – Disse Pablo. – Viemos para este
mundo seguindo uma fenda que se abriu em nosso mundo, provavelmente por um ser terrível.
-
Sentimos essa energia também. – Disse o Ent. – Mas parece estarem longe de
nossa ilha.
-
Nos oceanos não há outro assunto. – Disse a Oceânide. – em diversos lugares de
Kharin, surgiram visitantes.
-
Provavelmente alguns amigos nossos. – Disse Jenna.
-
Temos que descobrir o que está acontecendo, talvez salvando aqui, salvemos
Nord. – Disse Iluga.
-
Eu quero ajudar vocês. – Disse o Ondorin. – Eu me chamo Khariori.
-
Você não parece ser um Ondorin comum. – Disse Jenna.
-
É porque não é. – Disse Iluga sentindo sua energia. – Ele é um lendário Ondorin,
uma raça mística que surge a cada mil anos, e como ele se vê jovem. Tenho quase
certeza que Kharin tem um pouco mais de 1000 anos.
-
Sim. Mil e dois para ser preciso. – Disse a Videira.
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