sábado, 7 de maio de 2016

Kharin - Capitulo 1 – Chegando a Kharin

Triangulum Continentem, Sem dados
Assim que Toni Drew conseguiu abrir o portal e lançar um feitiço capaz de destruir Nord, ele, junto com Loui, Daniele, Yan, Judá, Alberto e José vieram parar num continente desconhecido e inabitado de Kharin. Ele possui o formato de um triangulo, e Toni então o batizou de Triangulum Continentem, do latim.
- O que eu ainda não compreendo Toni. É porque estamos em outro mundo se minha missão é espalhar a religião do Único Acima em Nord. – Disse Judá um pouco alterado.
- Tranquilize-se meu amigo. – Disse Toni. – Este é o primeiro passo, porque contentar-se somente com Nord, se você pode espalhar sua religião em todos os mundos.
- Continue. – Disse ele interessado.
- Kharin é um mundo novo, tem um pouquinho mais de mil anos, aqui só existem dois deuses, e com poucos fiéis, sem dificuldades vocês já poderia estabelecer a religião de Kadhji aqui.
Então ele se contentou com esse prelúdio.
Mais tarde foram surpreendidos por Náfira Diabolista. Que sem muita dificuldade, Toni a ludibriou para o seu propósito, aumentando o número de divinos a favor da causa.
- Somos oito seres incrivelmente poderosos, e nossa missão é colonizar. – Disse Toni.
- Existe alguma informação relevante que precisamos saber? – Perguntou Daniele.
- Sim. Existe um continente onde há um grande número de usuários do Ahada Kadabra. E eles provavelmente serão nossos maiores desafios.

Insulae Ondorin, Sem dados
Quando entraram no portal, Pablo, Jenna, Iluga e Ewerton, vieram parar numa espécie de ilha, e a energia aqui é muito poderosa. Provavelmente existem quatro Ents, umas vinte ninfas e um Ondorin muito poderoso.
- Vocês estão conseguindo sentir essa energia? – Perguntou Ewerton.
- É incrível – Disse Iluga. – Nem em Nord eu podia sentir energias tão puras.
- Acho que estamos numa pré-civilização. – Disse Jenna.
- Provavelmente. – Disse Pablo com sua voz de criança. – Mas porque aqui? – Ele se perguntou, sem obter respostas.
De longe uma criatura com uma luz muito alva ao redor de si os observava, uma beleza exótica, mas não mais que o Iluga e o Pablo.
- É um Ondorin! – Disse emocionada a Jenna.
- É óbvio. – Disse Pablo. Ele e Jenna não levam uma boa relação desde que se conheceram.
A criatura então correu numa velocidade incrível, nossos heróis tentaram alcançá-lo, mas ele tem a proteção do tempo, enquanto ele corre muito mais veloz que o normal, os outros que o persegue correm duas vezes menos que o normal.
- Temos que tentar outra maneira. – Disse Ewerton. – Ei. Não tenha medo, somos amigos, viemos parar aqui por acaso, também estamos tentando entender muitas coisas.
- Você é o único Ondorin da região? – Perguntou Pablo.
Ele então parou e começou a observá-los. Era óbvio que estava tudo muito novo para este ser, mas ele sabia que podia confiar nessas pessoas. Ao se aproximar lentamente, ele então tocou a Jenna e logo ele havia aprendido nossa língua.
- Se parecem a minhas amigas. – Disse ele numa tentativa falha de sorrir.
- As ninfas? – Perguntou Iluga.
- Vocês as conhecem? – Perguntou ele.
- Não, mas adoraríamos conhecer. – Disse Jenna sorrindo.
Ele então os levou para uma espécie de vale muito bonito. Foi aí que encontraram um Ent Videira, muito antigo, e muito sábio. Um enorme lago com uma ninfa Limnátide; uma Melíade um pouco desconfiada e trajada com armadura e uma varinha de videira; ao redor uma grande floresta de carvalhos e entre as arvores uma Dríade um pouco tímida que veio se aproximando aos poucos. De uma parte do lago, onde saiam borbulhas por causa da nascente levantava uma linda Crinéia. E como estamos numa ilha, logo mais acima depois da floresta tem um mar, e deste veio vindo uma poderosa Oceânide, mas ainda com seu dom oculto. Pareciam que estavam todos muito curiosos com esses novos visitantes. O Ondorin passou a informação de maneira mágica para que todos pudessem falar nossas línguas.
- Possuem muita energia. – Disse o Ent olhando para cada um dos visitantes.
- É que somos descendentes de seres divinos. – Disse Pablo. – Viemos para este mundo seguindo uma fenda que se abriu em nosso mundo, provavelmente por um ser terrível.
- Sentimos essa energia também. – Disse o Ent. – Mas parece estarem longe de nossa ilha.
- Nos oceanos não há outro assunto. – Disse a Oceânide. – em diversos lugares de Kharin, surgiram visitantes.
- Provavelmente alguns amigos nossos. – Disse Jenna.
- Temos que descobrir o que está acontecendo, talvez salvando aqui, salvemos Nord. – Disse Iluga.
- Eu quero ajudar vocês. – Disse o Ondorin. – Eu me chamo Khariori.
- Você não parece ser um Ondorin comum. – Disse Jenna.
- É porque não é. – Disse Iluga sentindo sua energia. – Ele é um lendário Ondorin, uma raça mística que surge a cada mil anos, e como ele se vê jovem. Tenho quase certeza que Kharin tem um pouco mais de 1000 anos.

- Sim. Mil e dois para ser preciso. – Disse a Videira.

Nenhum comentário:

Postar um comentário