Nord,
Reino da França.
Quando
chegamos ao Castelo Delacour estava tendo uma batalha colossal. Membros da
Familia Divina lutando contra os membros da Familia Imortal.
- Alberto,
nós quase perdemos esse evento do século. – Disse José, o Caitiff.
Buscamos uns acentos não muito próximos, porque já
estava lotado o lugar.
“Anunciamos a batalha de Toni Drew versus Vido
Ourun Lunares”.
- Ei José. Aquele ali não se parece ao Ick que nos
abordou na Alemanha?
- Sim, é exatamente ele. Talvez uns cinco ou seis
anos mais jovem.
- Será que foi por isso que ele nos pediu para vir
aqui, para encontrar uma versão dele.
“A primeira coisa que Vidor fez foi revestir-se de
prata e logo ouro para ficar mais forte e mais impenetrável. Mas isso não
pareceu impressionar o Toni. Logo ativou seu sol escaldante, um brilho solar
fica ao seu entorno emanando raios caloríficos e o inimigo vai perdendo vida a
cada rodada sem ter direito de defender-se.”
- Estou impressionado filho do sol. – Disse Toni.
“De repente ele começou a fazer uma força psíquica
incrível, ninguém tinha visto tanto poder saindo daquele Ick, essa era sua
raça, ele veio do planeta de Icqaimo, o deus do psiquismo. E foi afastando
Vidor cada vez mais para não ser atingido pelo sol escaldante. Com uma forma
mágica secreta, que poucos conseguem aprimoramento suficiente para utilizá-la
ele nos mostrou dominar o Destruir, e aos poucos foi fechando os canais de
magia do Vidor. Como Toni não era divino, o ataque do Vidor era muito mais
poderoso, e mesmo assim ele continuava aguentando as investidas, até que
terminou seu ritual e Vidor não pode mais usar magia, então com um Rasgo
Mental, poder telecinético muito poderoso, ele faz o divino cair no chão
desacordado. Angariando mais um ponto para os imortais, e lembrando que Toni é
comum, não faz parte de nenhuma família imortal ou divina.”
- Jose. Ele saiu da arena, vamos atrás dele.
Então agarrei o Caitiff e fomos, mas havíamos
chegado tarde, ele já estava conversando com outro ser, não muito amigável.
Chamado Judá. Então apurei meus sentidos de audição e escutamos toda a
conversação.
-
Toni Drew. Sou eu. – Ele pareceu surpreso ao vê-lo. – Não se lembra de mim?
-
Quem é você? – Perguntou Toni fazendo algumas expressões de que poderia estar
buscando respostas dentro da mente do Judá.
Toni
aos poucos foi se dando conta de que ele mesmo do futuro veio conversar com ele.
-
Eu mesmo num futuro. Eu sei de minhas intenções, então sei por que você me foi
enviado por mim mesmo. – Ele parou um pouco em suas divagações. – Como você se
chama?
-
Sou Judá.
-
Só Judá. Qual seu sobrenome?
-
Eu não sei. Fui coroado emissário de Kadhji para propagar uma nova religião.
Nesse então, me chamaram de Adhji. Mas acredito que por causa de Kadhji.
-
É claro. – Dizia Toni Drew. – então ele fez novamente suas vibrações. – Você é
um imortal! – Exclamou ele contente.
-
O que quer dizer? – Perguntou Judá sem entender.
-
Você é descendente de Kadhji, o deus do universo. Por isso posso sentir tanto
poder vir de você.
-
Então sou imortal. Por isso posso lutar em par de igualdades com um Maia. Mas
porque você me mandaria buscar-te quando mais novo.
-
Porque eu provavelmente estava falhando no futuro. E você deve ter o mesmo
propósito que o meu.
-
O que quer dizer. Eu quero espalhar uma religião que acredita somente em
Kadhji, o criador de tudo, e vivo para conquistar as aldeias de Nord para que
isso aconteça.
-
Compreendo. – Disse Toni Drew. – Somos iguais Judá. A diferença é que eu não
penso somente nas aldeias, mas também em outros mundos. Juntos nós poderemos
ter a mesma coisa.
-
Mas você acredita também em Kadhji.
-
Eu estou há meses com esses seres Imortais e Divinos. Eles não são nem metade
do que é Kadhji. Eu estou contigo Toni, se você estiver comigo seremos maiores.
-
Você então afirma que eu sou Adhji. Se for assim, tem alguém nessa batalha que
é meu parente.
-
Sim. Ele se chama Yan Adhji. Vá conversar com ele, tenho certeza que ele
aderirá a sua causa.
Assim que ele dispensou Judá, ele caminhou uns
passos e logo nos paralisou com seus poderes psíquicos.
- Porque me seguem? – Disse Toni Drew.
- Temos a mesma história que Judá. Você nos abordou
na Alemanha, você do Futuro. Pediu para que nós viéssemos falar com você no
Castelo Delacour.
- Qual será meu plano? – Perguntou a si mesmo. – E porque
eu não vim falar comigo mesmo? – Então nos olhou. – Vocês são vampiros?
- Sim. Eu sou Alberto, um Toreador, e este é José,
um Caitiff.
- Entendo. Talvez eu do futuro queira que vocês me
transformem em vampiro para aumentar minha força. Mas tenho que transformar-me
em um Anciondorin primeiro.
- Eu o transformaria com prazer. Mas eu não sabia
que Ick se transformava em vampiro. – Disse José.
- Eu também nunca ouvi. – Disse Toni Drew. – Por isso
terei que alcançar o nível de um Anciondorin para ter acesso a tal conhecimento
e tornar possível essa transformação.
- E o que fazemos senhor? – Perguntei confuso.
- Vamos nos reunir. Agora eu precisarei voltar ao
campo de batalha. Mas logo nos reuniremos. Eu, vocês, o Judá, e quem sabe o
Yan.
Então voltamos para arquibancada, Judá estava por
aí, mas tivemos receio de nos aproximar, ele parece ser uma pessoa muito
radical, teimosa em seus próprios conceitos, que não sei que visão terá dos
vampiros.
Logo as batalhas se iniciaram novamente, e Toni
venceu Sabrina Nihai. E essa é descendente de Junnyor Lenda, isso nos mostra que
estamos do lado certo.
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