terça-feira, 10 de maio de 2016

Capitulo 3 – Chegando a Kharin 3

Summi, Reino Herrera
Ao entrarmos no portal não tínhamos ideia de onde apareceríamos, mas graças a minha afinidade mágica e minha descendência da deusa da bruxaria, fomos atraídos para um lugar muito peculiar no mundo de Kharin. Viemos parar onde vive os construtores do mundo, a Família Herrera.
- Vocês são de Nord? – Perguntou uma linda mulher, rasgos de latina, olhos azuis e os cabelos negros como a noite.
- Conhecem Nord? – Perguntei aliviado.
- Eu já estive lá há muito tempo atrás. Como descobriram Kharin.
- Um portal apareceu distorcendo todo o tempo e espaço nos domínios de algumas famílias imortais; então viemos averiguar e o portal nos trouxe até aqui. – Disse Fhilipe, a quem costumo chamar Pierrô.
- Pensei que não veria mais ninguém de Nord. Eu saí de lá quando tinha cinco anos, o que lembro é somente pelo me contava meu marido e irmão Nestor Herrera.
- O que? Isso pode aqui? – Disse Andony muito indignado.
- Na época só existia eu e ele, e tínhamos que perpetuar a espécie.
Assim que aparece o Nestor.
- Estamos sendo descortês Esperanza. Prazer a todos, eu me chamo Nestor Herrera. O lugar onde vocês estão é o centro do continente Summi, aqui está tudo que conseguimos lembrar-se de Nord, as tendas, lojas, shopping, escola de magia Katares, assim educamos e mantemos a tradição entre o restante de nossa família que estão espalhados em seus próprios reinos por toda Summi.
- Eu sou Eder Wicca, descendente da Grande Mãe.
- E eu sou Fhilipe Maximiliano Pierrô. Descendente de Jack, o criador do Mundo de Jack.
- Eu sou Andony Dyoth, descendente do deus do caos Xadvos.
- São seres divinos. E jovens. Não se lembram da grande batalha contra Vlannytic. – Disse Nestor.
- Não lembramos senhor, mas conhecemos a história. – Disse Andony.
- Vlannytic fez uma primeira grande guerra e foi derrotado pelas Lendas, Junnyor, Dhyogo e Adriano Lenda. Vlannytic não parou com a 1º Grande Guerra, ele comandou todos os outros mundos e se tornou mais que um deus, mas o chefe dos deuses. A mil e dois anos atrás ele lutou em Valkaria contra mais de 500 heróis, dentre eles todos os que ajudaram na 1º Grande Guerra. O Anjo Maico Maia liderava 250 heróis e o Arquimago e Arqueiro de Elite Ardius Delacour liderava mais 250 heróis denominados a Ordem das Bestas Aladas. Eles estavam à procura de uma espada forjada por Ledjyoho que tem o poder de destruir Vlannytic. Contudo, Vlannytic sequestrou Aalun Ludjimasi o dono da espada e prendeu no seu castelo, mas por sorte, Aalun já havia escondido a espada em Spiritun, o mundo dos espíritos. Agora os heróis tentavam salvar Aalun, para que ele pegasse a espada e assim destruísse Vlannytic.
- Escutamos sempre a mesma história, e com a frase posterior de que hoje em dia não fazem mais heróis como antigamente. – Disse Pierrô.
- Foi então que algo inusitado aconteceu. Meu pai, Raul Herrera que tinha o poder do Ahada Kadabra e sua filha Naomi que dominava o Romper a Barreira da Realidade desacreditando que os heróis venceriam a batalha contra Vlannytic resolvem criar um refugio, elevou seus poderes ao máximo e dessa união energética nasceu Kharin. Mas eles morreram no processo e nós seus filhos fomos enviados para o tal refugio. Eu e Esperanza, e assim construímos tudo que vocês estão vendo, ela também porta o Ahada Kadabra.
- O que é o Ahada Kadabra? – Perguntou Pierrô.
- É um dos poderes mais raros que existe, e procurado por muitos, a última que o obteve que temos conhecimento foi Christine Níhai Wicca, e se tornou uma das mais poderosas bruxas de todos os tempos, derrotou sozinha o lendário Maico Maia.
- E como se consegue isso? – Perguntou Pierrô muito interessado.
- Não se consegue. – Disse Nestor. – Se nasce.
- Mas e como Christine conseguiu? – Ele não estava satisfeito com a resposta.
- Ela não revela como conseguiu Pierrô. – Disse Andony. – E pelo que sabemos ela utilizou demônios, vampiros e uma membra da família Life para tal feito.
- E até onde sabemos até os membros da família Life são raros em todos os mundos. – Concluí.

Ilha Níhai, Reino Níhai
Graças a minha descendência Níhai acabamos sendo arrastados para uma ilha neste mundo onde há uma descendente Níhai. Eu sou Sabrina Níhai Keen, e comigo veio o Vidor Ourun Lunares, o Derick Enlil e o John Lake.
A ilha é habitada apenas por sete pessoas, todas de família divina Níhai.
- Sejam bem vindos. – Disse a rainha Sakura Níhai. – Que bom conhecer um parente disse ela olhando para mim.
- O prazer é todo nosso. – Intermediei a conversa. – E em que mundo estamos?
- Aqui se chama Kharin. Misgijai auxilia na sustentação do planeta e me enviou para povoá-lo.
- Quem mais vive aqui? – Perguntou John.
- Na ilha só nós, são todos descendentes meus. Mas o mundo é muito povoado, principalmente Summi e Humanun Terrae, são dois continentes grandes acima. O Summi é comandado pelos criadores do planeta, a família Herrera, que assim como nós domina o Ahada Kadabra. E o Humanun Terrae foi uma resposta da evolução, foram desenvolvendo seres humanos ao longo desses anos e vocês que seres humanos procriam bastante, então lá é o continente mais populoso. Nós mantemos acordos comerciais com o Summi. O restante do mundo acha que somos lendas. E o Summi acredita que somos deuses.
- Eu sou Sakura Níhai, e esses são meus filhos. Abel e Sakabela, e Sakabel. Abel e Sakabela tem Beel e Beela; e estes últimos por sua vez tem a Eel.
E cada um dos nossos também se apresentou.
- Se querem ficar por aqui para descobrimos o que aconteceu com a fenda, serão muito bem vindos. – Disse Sakura.
- Muito obrigado pela hospitalidade. – Continuei. – Vamos descobrir o que está acontecendo.
- Antes de vocês chegarem houve uma variação energética de pessoas poderosas entrando, divinos. E parecia ser uma energia ruim.

- Só pode ser Toni e Loui. – Disse Vidor. – Eu sabia que eles estavam envolvidos nisso.

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