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Para o Castelo Helsing: Klarc Maia,
Tatá Filipi Maia, Daniel Dinqot e Michele Vantini; para o Castelo Sodji: Fjyoho Maia, Nill Fillipi Maia, Sarah Dinqot Maia e
Lívia Sodji Girl; para o Castelo
Sclaterkini: Rock Maia, Jack Sperrow Maia Jr, Luana Dinqot Maia e Carig
Lake; para o Castelo Mec: Perseu
Maia, Jack Sperrow Maia, Tatiane Fillipi Maia e Clarisse. E aqui no Castelo Maia ficarão: Eu – Dhyogo Maia,
Buster Maia, Kael Maia e Aysha Issa.
Não
ficamos contentes em saber que seriamos separados. Eu ficaria longe de Michele,
isso nunca aconteceu antes neste mundo. Nos despedimos num abraço bem forte.
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Você ficará bem. – Disse ela tentando me passar firmeza. – Você sempre foi um
líder, e o Mundo de Jack é um mundo lindo.
Eu
tentei sorrir aparentando ser forte. Mas a verdade é que eu não conheço nenhum
desses Maia que irão comigo, com exceção da fama de Iluga que lutou contra Toni
Drew.
Kael
criou um teleportador interplanetário e com ele chegamos ao Mundo de Jack. Um aglomerado
de ilhas e continentes, os doze continentes formam os doze países principais do
mundo pelo que nos explicou Maximinius.
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Aqui acho que poderíamos nos dividir em grupos de duas pessoas para explorar
melhor o mundo. – Disse Maximinius o líder. – Estamos no primeiro país, eu e Tiego
vamos ao sexto país que está logo aqui no continente acima. Você e Eduardo
exploram esse primeiro país e sigam uma linha reta, que os vão levar ao decimo
segundo país, enquanto nós fazemos o mesmo recorrido só que pelo norte do
mundo, quando vocês terminarem de explorar o 2º país e nós o 5º país, nos
encontramos no 4º país que segundo o mapa está entre esses dois que eu disse, e
daí planejamos o próximo passo ou se encontrarmos alguma coisa, aí discutimos.
Algo
neste mundo “cheirava” a energia espalhada no ar, sentíamos mais inteligentes
aqui, mas também mais fraco, o que não era uma vantagem para mim que preciso da
minha força para me defender. Uma verdadeira metrópole, a cidade era tecnológica,
lojas com itens de robótica espalhadas ao longo das ruas, e pequenos robôs funcionais
para limpar e manter a ordem no lugar.
Alguns
magos especialistas também eram vistos, principalmente de poderes em dominação
do caminho Humanos e Terra.
Buscar
por informações sobre Pricila Lirem não seria fácil, as pessoas não pareciam
ser muito amigáveis e estavam concentradas em se fortalecer com aparelhos tecnológicos.
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Espero que os outros tenham mais sorte, não sei se encontraremos alguma coisa
aqui. – Uma das primeiras palavras que pronunciei desde que os conheci.
Tiego
me olhou incrédulo
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Está de brincadeira? – Perguntou um pouco surpreso. – É uma cidade tecnológica,
é como Antrópolis em Mortai.
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Não entendo nada do que você está dizendo. – Falei com uma certa irritação.
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De que planeta você veio? – Perguntou Tiego debochando.
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Da Terra! – Frisei o planeta.
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Ok. – Disse Iluga. – Não vamos entrar em discórdia, temos uma missão aqui. –
Tiego e Maximinius vão a um lado e busquem por informações, eu irei com Eduardo
para o outro lado.
E
assim fizemos. Entramos numa biblioteca virtual. E fomos atendidos por um
holograma de aparência feminina.
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Em que posso ajudar senhores? – Nos perguntou o aparelho.
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Buscamos por informações acerca de um nome. – Disse Iluga.
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Por favor. – Disse o holograma. – Pronunciei e farei o possível para dizer o
que for permitido.
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Pricila Lirem?
Após
alguns momentos de busca ela retornou a ficar mais iluminada.
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Lirem é o sobrenome dos que descendem do nosso deus patriarca Jack – Aquele que
subiu aos pés de Kadhji. Pricila é filha de Jack, surgiu a alguns anos neste
planeta para ser treinada por Lux, que segundo Jack é o ser mais poderoso deste
planeta. – Ela então sorriu cordialmente. – Alguma coisa a mais que posso
ajudar?
Eu
olhei para Iluga, e possuíamos a mesma expressão de espanto.
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Como assim ela apareceu neste planeta a alguns anos? – Perguntou Iluga. – Ela não
é daqui?
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Não pertence ao Mundo de Jack. – Respondeu a holograma.
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Mas sendo filha de Jack porque não viveria no mundo dele? – Perguntei.
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É uma pergunta que não sei como responder. – Disse a holograma.
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Ok. Então faço outra pergunta. – Disse Iluga. – Qual a raça de Pricila?
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Ela é uma Guardiã.
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Não kit. Digo raça? – Perguntou uma vez mais.
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Exatamente. Ela é uma Guardiã, uma raça de um outro planeta.
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Que planetas possuem Guardiã como raça? – Perguntei seguindo o raciocínio da máquina
e de Iluga.
O
holograma ficou um tempo buscando planetas conhecidos e logo retornou.
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Não existe registro de raça guardiã em algum planeta de nossos sistemas
conhecidos. Mas há alguns guardiões raça no Mundo de Jack.
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Por favor. – Disse Iluga. – E onde podemos encontra-los?
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No terceiro país e também no décimo.
Logo
nos despedimos do holograma e partimos para o quarto país para avisar os outros
dois sobre essas informações. Para chegar ao quarto país tínhamos que passar
pelo 12º país, que é o mais pobre do Mundo de Jack, dominado pela união da luz
e das trevas.
Também
imaginamos que Maximinius e Tiego não tenham encontrado nada e já estavam a
caminho do décimo país. Talvez viessem com informações mais fidedignas para
nós, já que estaria em país com guardiões.
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Ei! – Chamei a atenção dos meninos. – E se em vez de espera-los no quarto país
não subimos ao décimo, é aqui logo ao norte. Investigamos os guardiões e
levamos a informação para o quarto país quando encontrarmos os outros dois?
Eles
então concordaram e mudamos de rota. Uma luz brilhou no céu, chegou o momento
de mais uma batalha. Fui teleportado para a Arena de Desafios. Para o Vale
Encantado dos Gnomos, valendo 500 pontos para o jogo, e ganhamos bônus para resistência,
e a arena é feita de calcificações rochosas e um solo arenoso. O bom que mesmo
de longe eu pude apreciar o rosto de Michele que estava se preparando para as
batalhas de magia.
Mesmo
com a potência em vida dos competidores, Jo Martinez e Victor Ferreira foram
meus medianos rivais, mas terminei por vencer a competição, começo a me sentir
convencido. Já Michele não teve sorte, ao enfrentar Jeeh Fontinele, apesar da
superioridade nos ataques, a resistência dele estava muita alta, e com alguns
golpes derrotou nossa Arquibruxa Nata.
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