Humanun Terrae, Reino de Depruff
Ficamos por alguns dias no castelo de Erion, e
amizade entre ele e Dana pareceu aumentar consideravelmente, o que deixou
Zanata numa posição desconfortável. Marta tentava se aproximar dela, contudo,
ela não demonstrava estar nenhum pouco feliz com tudo isso, acredita que junto
com Erion poderiam sobreviver a tudo.
Alguns raios negros eram visto ao longe no sul do
mundo, algo grandioso Toni estava planejando, e deste lado eu sentia que não
havia progresso.
- Olhe os céus. – Disse Marta. – Ele está
progredindo, nunca antes havíamos visto tanto poder em Kharin.
- Tenha fé minha querida. – Disse Dana. – Estamos treinando
o tempo todo.
- Tenho que concordar com Marta. – Disse Zanata. –
Estamos treinando a nossa maneira, mas este poder, é algo totalmente diferente
do que a gente já viu, precisamos fazer mais que isso.
Erion então virou para Eder.
- Tem alguma ideia?
- Eu vivia na Terra, é um mundo escasso em magia,
alguns seres a abandonaram, e o que eu conheci aqui com Tresbadom é algo
totalmente novo. – Parou um pouco para pensar. – Deveríamos buscar alguém que
seja do mesmo mundo que ele.
Foi então que eu rompi o véu.
- Lemaumu! – Exclamou Marta e logo todos se prostraram.
- Eu estive com vocês todo esse tempo. – Disse estendendo
a mão para Marta. – Eu conheço Toni.
- Oh grande deusa. – Levantou-se
Dana – Pode ajudar-nos?
- Claro que sim. – Então os envolvi
com paz – Toni é tão poderoso quanto um deus, vocês precisaram subir mais o
nível se quiserem derrota-lo. – Quando detectei o medo aumentei a dose de paz. –
Eu estarei lá para lutar com vocês, tão visível quanto estou agora.
- E como aumentaremos o nível? –
Perguntou Eder.
- Lutando um contra o outro de
nível parecido. – Vi a reação deles e continuei. – Deveríamos voltar para a
capital do reino, Erion e Zanata tem que vir junto. Lá encontraremos os outros
magos que são tão poderosos quanto vocês e iniciaremos o treinamento.
- Não podemos ir embora daqui. –
Disse Zanata. – Quem cuidará do reino?
- Não se preocupe Zanata. – Disse Erion.
– Eu tenho conhecidos poderosos que podem ficar aqui por um tempo. Nossa prioridade
é destruir Toni.
Então todos sorriram, em especial
Dana que estava muito feliz por Erion voltar a capital.
- Existe outra coisa que vocês precisam
saber. Toni não está sozinho.
Todos ficaram espantados.
- Então esse poder todo não é só
dele? – Perguntou Marta.
- Não. Existem outros dois deuses
com ele, dois vampiros, uma bruxa diabolista, e alguns membros de família
divina.
- Estamos perdidos. – Disse Eder. –
Como vamos vencer?
- Vocês não são os únicos em Kharin
que vão derrota-lo. Existem outros seres por aqui também dispostos a
destruí-lo.
Erion
e Zanata arrumaram suas coisas e então seguimos todos de volta para a capital
do Reino.
Ilha Níhai, Reino Níhai
Nossa presença foi logo percebida
por uma anfitriã, ela exalava uma essência divina. E junto com ela estavam mais
algumas pessoas de mesma essência que talvez fossem sua prole.
- Somos pessoas boas. – Disse Iluga
tentando uma animosidade.
- Eu posso sentir. – Disse a
anfitriã. – Eu me chamo Sakura Níhai.
- Níhai? Como Níhai de Misgijai? –
Perguntou Pablo um pouco confuso.
- Exatamente. – Disse Sakura. –
Minha mãe me enviou para cá. E há alguns dias atrás eu conheci uma conterrânea de
um mundo chamado Nord, a bela Sabrina Níhai.
- A conhecemos. – Eu Jenna
finalmente disse. – E você para onde eles foram? E quem estava com eles?
- Dependera muito das intenções.
- Só estamos querendo voltar para
casa e também deter Toni.
- São as mesmas intenções de
Sabrina. – Ela então se aproximou. – Eles foram para o Continente Triangular,
parece que é lá que estão vindos essas ondas energéticas.
- Então vamos para lá também. –
Disse Pablo.
- Meu bisneto Eel está com eles,
ajude a protegê-lo.
- O faremos.
Então entramos no barco novamente e
seguimos nosso curso, a Oceânide conhecia o caminho e então nos guiou.
- Podemos ir beirando o continente
dos humanos, é um pouco mais seguro. – Disse a Ninfa.
- Faça o que for melhor. – Disse Pablo.
– Confiamos em você.
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